Perfil microbiológico y resistencia bacteriana en un hospital público: desafíos para la terapia antimicrobiana.
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v22i2.17042Palabras clave:
Resistencia bacteriana a los antibióticos, Infecciones nosocomiales, Resistencia a múltiples fármacos, Antimicrobianos, Vigilancia epidemiológica, Terapia antimicrobianaResumen
La creciente resistencia bacteriana a los antimicrobianos representa un desafío crítico para el control de las infecciones hospitalarias. Este estudio retrospectivo y observacional analizó 2250 resultados de cultivos microbiológicos y antibiogramas de un hospital público en el suroeste de Bahía, Brasil, entre 2015 y 2016. Se evaluaron muestras de sangre, punta de catéter, orina y aspirado traqueal, lo que proporcionó una visión general completa del perfil microbiológico de la institución. Los estafilococos coagulasa negativos fueron los microorganismos más prevalentes. Entre las bacterias grampositivas, *Staphylococcus aureus* destacó por su alta tasa de multirresistencia, impulsada por la presencia de *S. aureus* resistente a la meticilina (SARM). Entre las bacterias gramnegativas, *Pseudomonas aeruginosa* demostró resistencia a los carbapenémicos mediante la producción de metalo-beta-lactamasa (MBL), mientras que *Klebsiella pneumoniae* mostró el mayor porcentaje de multirresistencia entre todas las cepas analizadas. Cabe destacar que la polimixina B fue el único antibiótico evaluado para el cual no se observó resistencia. Estos hallazgos refuerzan la necesidad urgente de estrategias eficaces de vigilancia microbiológica y el uso racional de antimicrobianos para contener la propagación de la resistencia bacteriana y optimizar la terapia empírica en infecciones nosocomiales.
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