O SER DOUTORANDO NA SAÚDE: IDENTIDADE, ADOECIMENTO E O COMPROMISSO COM A CIÊNCIA

Authors

  • Milena Fernandes Dias UESB

DOI:

https://doi.org/10.22481/rsc.v21i3.18876

Abstract

Este editorial reflete sobre a complexidade da jornada doutoral no campo da saúde, compreendendo-a como um processo de transição identitária que vai além da titulação acadêmica. O texto analisa o paradoxo entre a necessidade de excelência científica e o cenário estrutural de pressões institucionais, marcado pela exigência de produtividade e pelo adoecimento psíquico silencioso entre os pesquisadores. Destaca-se, sob uma perspectiva de gênero, os desafios adicionais enfrentados por mulheres na conciliação entre vida acadêmica, profissional e familiar. O editorial discute ainda o papel central da relação entre orientador e orientando como fator de proteção ou sofrimento, e a responsabilidade das universidades em oferecer redes formais de suporte. Fundamentado no pensamento de Edgar Morin, o texto conclui que o doutorado deve ser um compromisso ético e humanístico, onde a ciência não se resume a dados abstratos, mas atua como ferramenta de transformação social e promoção do bem-estar coletivo.

 

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Published

2026-03-20

How to Cite

FERNANDES DIAS, Milena. O SER DOUTORANDO NA SAÚDE: IDENTIDADE, ADOECIMENTO E O COMPROMISSO COM A CIÊNCIA. Saúde.com, [S. l.], v. 21, n. 3, 2026. DOI: 10.22481/rsc.v21i3.18876. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rsc/article/view/18876. Acesso em: 19 may. 2026.

Issue

Section

Editorial