ESTUDIO DE LAS PERCEPCIONES DE LOS DOCENTES SOBRE LOS CASOS DE EPILEPSIA EN LA ESCUELA
DOI:
https://doi.org/10.22481/rsc.v21i1.16804Palabras clave:
Epilepsia, Fenomenología, Profesores, Educación y SaludResumen
El estudio tuvo como objetivo comprender las experiencias del profesorado con estudiantes que desarrollan crisis epilépticas en la escuela. Los marcos teóricos de la investigación se basaron en la Fenomenología y la Educación para la Salud. La investigación implicó la construcción de datos mediante entrevistas realizadas a docentes, algunos de ellos del área de Ciencias Naturales. Los resultados indicaron reacciones y sentimientos experimentados por los participantes, como miedo, impotencia, trauma e inseguridad. Sin embargo, se identificó la búsqueda inmediata de ayuda y el deseo incesante de ayudar, incluso sin saber exactamente cómo hacerlo. Argumentamos que la epilepsia debe incluirse en la agenda escolar, ofreciendo condiciones más efectivas para orientar a la comunidad escolar sobre sus características, manifestaciones y primeros auxilios en caso de crisis, así como discutiendo actitudes para evitar situaciones asociadas con la difusión de estigmas y estereotipos, fortaleciendo las posibilidades de que los niños con epilepsia permanezcan en las escuelas.
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