Experiências de professora e mãe alfabetizadora: análises textuais dos cadernos de uma aluna
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v6i14.17511Keywords:
Literacy, Writing, Pedagogical PracticeAbstract
This article is derived from the discussions provided in the Subject Oral and
Written Language in Childhood, offered in a Professional Master's Degree in
School Education, which discusses alphabetization and literacy in the
development of written language acquisition. It aimed to discuss how to work
with written language with texts during the literacy process today and what
its social function for student's education. Therefore, it was possible to
understand and analyze the current discussions of these themes in writing
from a process in which it needs to be spontaneous, like a moment in which
the child exposes its knowledge through interactions with the literate world,
considered a cultural object with social functions that, from an early age,
allows the child's appropriation and, because of this, writing should not be
conducted limiting the child's development. The discussions were based on
a literature review, with a qualitative approach, in which narratives are
presented about the experiences of one of the authors as a literacy teacher
and mother, through a case study of the development of alphabetic writing
from texts in a student's notebook, challenging her conceptions about
alphabetization and literacy. The results showed that the theoretical
conceptions of psychogenetics and psycholinguistics in the acquisition of
written language are the most significant path in the student's development
because the writing must have meaning for the children in the social
coexistence of their lives. So that it is possible to use these writing skills in
the most varied situations of their daily lives.
Downloads
References
Aqui está a décima segunda lista de referências bibliográficas corrigida e estruturada rigorosamente sob os critérios da ABNT (NBR 6023).
Os links foram integralmente preservados com a estrutura original do seu texto. Foram feitas correções de caixa (maiúsculas/minúsculas), pontuação de autores em colaboração, remoção de quebras de linha que mutilavam frases e a aplicação uniforme do negrito apenas no título principal de cada documento ou revista.
ANDRÉ, M. E. Dalmazo Afonso de. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. Brasília: Liberlivros, 2005. p. 7-70.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997. p. 35-49.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. p. 115-129.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Pró-Letramento: Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental: alfabetização e linguagem. ed. rev. e ampl. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. 364 p.
CHARTIER, A. M. Os cadernos escolares: organizar os saberes, escrevendo-os. Revista de Educação Pública, Cuiabá, v. 16, n. 32, p. 13-33, set./dez. 2007.
FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Tradução de Diana Myriam Lichtenstein, Liana Di Marco e Mário Corso. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
FERREIRO, Emilia. Cultura escrita e educação. Porto Alegre: Artmed, 2001.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
GERALDI, J. W. Portos de passagem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
MINAYO, M. C. S. et al. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
OLIVEIRA, J. B. M. Concepções de escrita, texto e gênero textual em relatos de aula de língua materna. ReVEL: Revista Virtual de Estudos da Linguagem, v. 2, n. 2, mar. 2004. Disponível em: http://www.revel.inf.br/files/artigos/revel_2_concepcoes_de_escrita.pdf. Acesso em: 28 dez. 2016.
PAIM, M. M. W. Alfabetização e letramento: um estudo sobre as concepções que permeiam as práticas pedagógicas dos professores alfabetizadores. In: ANPED SUL, X., 2014, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: FAED/UDESC, 2014. p. 2. Disponível em: http://exanpedsul.faed.udesc.br/arq_pdf/1755-0.pdf. Acesso em: 28 dez. 2016.
SOARES, M. B. Aprender a escrever, ensinar a escrever. In: ZACCUR, E. (org.). A magia da linguagem. Rio de Janeiro: DP&A; SEPE, 1999. p. 49-73.
SOARES, M. B. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 25, p. 5-17, jan./abr. 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n25/n25a01.pdf. Acesso em: nov. 2016.
SOARES, M. B. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.
SOARES, M. B. Alfabetização e letramento: caminhos e descaminhos. Revista Pátio, v. 29, p. 19-22, 2004.
SOUZA, E. C. O conhecimento de si: estágio e narrativas de formação de professores. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
TFOUNI, L. V. Letramento e alfabetização. São Paulo: Cortez, 1995. (Questões da nossa época, v. 47).
VYGOTSKY, L. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2021 Com a Palavra, o Professor

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.