Tecnologias digitais e as práticas pedagógicas dos professores de matemática da educação básica
Palabras clave:
Formação Continuada, Educação Básica, Prática Pedagógica, WebquestResumen
Este artigo tem como base um estudo desenvolvido na formação continuada de professores que atuam na Rede Estadual de Ensino pertencente ao Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu. O objetivo principal deste estudo foi investigar as vozes dos professores em relação aos limites e às possibilidades de utilização da webquest em sua prática pedagógica. Neste estudo, compreendemos a formação continuada como um fator primordial para os profissionais entenderem a responsabilidade do trabalho docente, com o intuito de favorecer um diálogo, no qual todos são parceiros críticos da formação. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário e observação de campo. Os sujeitos da pesquisa foram quarenta e dois professores que atuam na Rede Estadual de Ensino pertencente ao Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu. Como metodologia de análise, utilizamos a Análise Textual Discursiva. Pudemos constatar com esta pesquisa que os professores, apesar de serem receptíveis e sentirem-se motivados com a webquest, apontam como dificuldades, na utilização em sua prática pedagógica, os seguintes motivos: o tempo necessário para a preparação e a estrutura física (laboratório) disponível nas escolas. Além disso, observamos que os professores entendem que as TDICs precisam ser aproximadas da escola, visto que são meios que chegaram e têm potencialidades de contribuir com o desenvolvimento educacional.
Descargas
Citas
ABAR, C. A. A. P.; BARBOSA, L. M. WebQuest: um desafio para o professor. São Paulo: Avercamp, 2008 .
BAZZO, W. A.; LINSINGEN, I. V.; PEREIRA, L. T. V. (Ed.). Introdução aos estudos CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade). Madrid: Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura, 2003. (Cadernos de Ibero-América).
BORBA, M. C.; PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 2012.
DAMBRÓSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. São Paulo: Papirus, 2006 .
DODGE, B. Some thoughts about WebQuests, 1995. [Online]. Disponível em http://edweb.sdsu.edu/courses/edtec596/about_webquests.html acessado em 23/03/2010.
FICHTNER, B. O conhecimento e o papel do professor. In. LIBÂNEO, J. C., ALVES, N. (orgs). Temas de Pedagogia: diálogos entre Didática e currículo, São Paulo: Cortez, 2012.
FRANCO, M. A. R. S. Pedagogia e prática docente. São Paulo: Cortez, 2012. p.147-172.
FULLAN, M. & HARGREAVES, A. Por que é vale a pena lutar? O trabalho de equipa na escola. Porto: Porto Editora, 2001.
GENTILI, Pablo. Desencanto e utopia: a educação no labirinto dos novos tempos. Rio de Janeiro: Vozes, 2008.
IMBERNÓN, F. A. A formação docente profissional: Formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2009.
KARSENTI, T. As tecnologias da informação e da comunicação na pedagogia. In: GAUTHIER, C; TARDIF, M. A pedagogia: teorias e práticas aos nossos dias. Petrópolis: Vozes, 2012.
KENSKI, V. M. Tecnologias e tempo docente. Campinas, SP: Papirus, 2013. (Coleção Papirus Educação)
LIBÂNEO, C. B. ADEUS PROFESSOR, ADEUS PROFESSORA? Novas exigências educacionais e profissão docente. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2004.
LÜDKE, M. e ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU,1986.
MALTEMPI, M. V. Construcionismo: Um Plano de fundo para a pesquisa em informática aplicada à educação. In: BICUDO, M. A. V.: BORBA, M. C. Educação Matemática: Pesquisa em Movimento. São Paulo, SP: Cortez Editora, 2004.
MARCO, F. F. Atividades computacionais de ensino na formação inicial do professor de matemática. Campinas, SP: [s.n.], 2009.
MISKULIN, S. G. R. As potencialidades didático pedagógico de um LEM em educação Matemática mediado pela TICs na formação de professores. In: LORENZATO, S. (org.). O Laboratório de Ensino da Matemática na formação de professores. São Paulo. Autores Associados. 2006.
MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente: implicações na formação do professor e nas práticas pedagógicas. [on line]. Disponível em: http://twingo.ucb.br/jspui/bitstream/10869/530/1/O%20Paradigma%20Educacional%20Emerg%C3%AAnte.pdf. Acessado em janeiro 2015.
MORAES, R.; GALIAZZI, M. do C.. Análise textual discursiva. 2º ed. Ijuí: Unijuí, 2011.
PONTE, J. P. O Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática. Revista Educação Matemática, nº 31, p 9-12 e 20, 1994.
PONTE, J. P.; OLIVEIRA, V. O contributo das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento do conhecimento e da identidade profissional. 2001. Disponível em: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/docs-pt/03-Ponte-Oli-Var(TIC-Dario).doc. Acesso em: 12 fev. 2015.
PORTO, T. M. E. As tecnologias de comunicação e informação na escola; relações possíveis... relações construídas. In: Revista Brasileira de Educação, v. 11, n..31, p. 43-57, 2006.
SANTOS, A.R. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.
VALENTE, J. A. (Org.). O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: UNICAMP, 1999.
VERASZTO, E. V.; SILVA, D.; MIRANDA, N. A.; SIMON, F. O. Tecnologia, buscando uma definição para o conceito. Prisma.com n. 7, p. 60-85. 2008. Disponível em < http://revistas.ua.pt/index.php/prismacom/article/view/681/pdf>. Acessado em 10/05/2015.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2016 Com a Palavra, o Professor

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.