Estratégia de ensino world café: uma possibilidade de trabalhar no ensino superior
Resumen
Por meio da estratégia de ensino World café, este trabalho objetivou analisar as contribuições da estratégia em uma turma de acadêmicos da graduação, do Curso de Ciências Biológicas Licenciatura. Foi pensado e organizado um espaço externo da sala de aula, que contou com a participação de onze acadêmicos. Teve abordagem de cunho qualitativo, com pesquisa-ação e os instrumentos de coleta dos dados foram os cartazes realizados a partir da estratégia World café. Ao total foram quatro grupos, sendo que cada um recebeu uma questão norteadora para ser discutida e dialogada, sendo elas: (1) Como as famílias podem ser parceiras da escola para visar um melhor aprendizado e amparo para as crianças e adolescentes? (2) Quais os desafios do professor de Ciências e Biologia na contemporaneidade? (3) Como pensar nas tecnologias para visar aulas mais interativas de Ciências e Biologia? (4) Explorar ou não, os espaços não formais? E o que dizer dos recursos didáticos? No primeiro momento da estratégia, foi escolhido o anfitrião para cada grupo e os demais acadêmicos foram percorrendo nos grupos e fomentando as discussões a partir da pergunta norteadora. No final, foram elaborados cartazes com frases das sínteses elaboradas colaborativamente. A turma avaliou como positiva a estratégia, reforçando a importância do falar, escutar os colegas, construir um pensamento coletivo. Também destacaram a motivação que sentiram em realizar a aula em outro espaço que não fosse a sala de aula.
Descargas
Citas
ANASTASIOU, L. G. C.; ALVES, L. P. (Orgs). Processos de Ensinagem na Universidade:
Pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. São Paulo: Univele, 2003.
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 31. ed.
Petrópolis: Vozes, 2011.
BROWN, J.; ISAACS, D. The World Cafe: Shaping Our Futures Through Conversations That
Matter. São Francisco, California: Berrett-Koehler Publishers, 2005.
BROWN, J.; ISAACS, D. O World Café: dando forma ao nosso futuro por meio de
conversações significativas e estratégicas. São Paulo: Cultrix, 2008.
CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 7. ed. Ijuí: Ed.
Unijuí, 2017.
FERNANDES, M. E. S. A. C. O World café e o aprendizado pelo diálogo: limites e
possibilidades de um território de sentidos no processo de formação “Diagnóstico
socioambiental na APA Embu Verde: Educação ambiental para a sustentabilidade na
bacia do rio Cotia” Embu das Artes, SP. 2015. 210 f. Tese (Doutorado-Programa de
Pós-Graduação em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade de São
Paulo, São Paulo, 2015. 2015.
GIL, E. S.; GARCIA, E. Y. A.; LINO, F. M. A; GIL, J. L. V. Estratégias de ensino e motivação de
estudantes no ensino superior. Vita et Sanitas, Trindade, n. 06, jan-dez. 2012.
Disponível em: http://fug.edu.br/revista/index.php/VitaetSanitas/article/view/51.
Acesso em: 01 de ago. 2019
GOHN, M. da G.. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas
nas escolas. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, 2006, vol. 4, n. 50.
HAYDT, R. C. C. Curso de didática geral. São Paulo: Ática, 2006.
JACOBUCCI, D. F. C. Contribuições dos espaços não formais de educação para a formação da
cultura científica. Em extensão, Uberlândia, v. 7, 2008.
MACHADO, M. P. M.; PASSOS, M. F. D. O uso do World café como método de pesquisa junto
às equipes de saúde. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 31(Supl): p. 1-
, nov., 2018.
MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: foco na decisão. 3 ed. São Paulo: Pearson, 2010.
MARTINS, H. H. S. Metodologia qualitativa de pesquisa. Rev. Educação e Pesquisa. São
Paulo, v.30, n.2, p. 289-300, maio-ago. 2004. Disponível em: <
http://www.scielo.br>. Acesso em: 13 out. 2017.
MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise textual discursiva: processo construído de múltiplas
faces. Ciência e Educação, v. 12, n.1, 2006.
MOREIRA, A.; VIEIRA, V.; BIANCONI, L.; DIAS, M. Espaços não-formais e o currículo de
ciências. Ciências e cultura, v. 57, n. 4. São Paulo, 2005.
MOREIRA, A. E. C. A importância do ensino das estratégias de aprendizagem aos alunos do
ensino fundamental. In: Anais XII Congresso Nacional de Educação, p. 3216-
, 2015.
OLIVEIRA, A. P. M.; GANDINI, L. C. R.; DELGADO, O. O. C. Novas tecnologias na educação:
desafios e perspectivas no processo de ensino-aprendizagem. Revista Espaço
Acadêmico, v. 5, n. 10, 2016. Disponível em: https://multivix.edu.br/wp-
.content/uploads/2018/06/revista-espaco-academico-v05-n10-artigo-3.pdf Acesso
em: 25 jul. 2019.
PLACIDO, R. L.; SCHONS, M.; SOUZA, M. J. C. S. Utilização das estratégias de ensinoaprendizagem na educação profissional e tecnológica. Revista Dynamis, Blumenau,
v. 23, n. 1, p. 40-57, 2017.
SILVA, J. F. Didática no Ensino Superior: estratégias de ensino adequadas à arte de ensinar.
Educação por escrito, Porto Alegre, v. 9, n. 2, p. 204-219, jul.-dez. 2018.
Disponível
em:http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/porescrito/article/view/31275
/17595. Acesso em: 10 de jul. 2019.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa nas ciências sociais. São Paulo: Atlas, 2002.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Com a Palavra, o Professor

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.