Tecnologias Touchscreen na formação inicial do pedagogo nas aulas de Matemática
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v6i16.18021Palavras-chave:
Cultura digital, Aprendizagem Móvel, Ensino de MatemáticaResumo
O Ensino de Matemática no cenário das tecnologias touchscreen, na
formação inicial do pedagogo, tem implicado possibilidades nos fazeres
docentes, desde o como ensinar ao como avaliar as aprendizagens dos alunos.
Tais possibilidades, entre saberes e fazeres, deram ênfase de forma particular
aos usos do celular e tablets no contexto educacional. Este artigo trata-se de
um relato de experiência do tipo descritivo, que definiu por objetivo
investigar as potencialidades de tais dispositivos, celulares e tablets, sobre as
implicações na formação inicial do pedagogo e o redirecionamento de suas
práticas pedagógicas nas aulas de Matemática para o uso de tecnologias
touchscreen. Para isso, dialogamos com Borba et al. (2014), Santaella (2010),
Moretti (2012), Neves e Mercado (2013), entre outros. Para o universo deste
relato, foram selecionados 26 participantes e que foram acompanhados ao
longo das atividades produzidas e entrevistados após a realização de cada
desafio proposto na disciplina de Saberes e Metodologias do Ensino da
Matemática 1. Os resultados indicam, por um lado, que fazer uso das
tecnologias touchscreen não é suficiente para garantir as aprendizagens dos
alunos e uma formação que possibilite o seu uso. Por outro, as práticas de
acompanhamento sistemático, baseada no apoio, no diálogo e na
colaboração, por meio das quais são executadas em sala de aula, são
condições sine qua non para a proposição de aulas que considerem a
mobilidade.
Downloads
Referências
BORBA, M. C. Tecnologias informáticas na educação matemática e reorganização do
pensamento. In: BICUDO, M. A. V. (Org.). Pesquisa em educação matemática:
concepções & perspectivas. São Paulo: Unesp, p.285-295, 1999.
BORBA, M. C. et al. Fases das tecnologias digitais em educação matemática: sala de
aula e internet em movimento. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2014.
LEMOS, A. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre:
Sulina, 2002.
MORETTI, G. Comunidades virtuais de aprendizagem e de prática em metaverso. In:
SCHLEMMER, E. et al. Comunidades de aprendizagem e de prática em
metaverso. São Paulo: Cortez, 2012. p. 127-178.
NEVES, Y. P.; MERCADO, L. P. O uso e a apropriação do Squeak Etoys por professores e alunos
do projeto UCA. In: MERCADO, L. P. (Org.). Integração e gestão de mídias na
escola. Maceió: Edufal, 2013. p. 173-183
SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à Cibercultura.
São Paulo: Paulus, 2003.
SANTAELLA, L. A ecologia pluralista da comunicação: conectividade, mobilidade,
ubiquidade. São Paulo: Paulus, 2010.
SANTOS, E. Pesquisa-formação na cibercultura. Santo Tirso, Portugal: Whitebooks,
SILVA, M. Criar e professorar um curso online: relato de experiência. In: SILVA, M. (Org.).
Educação online. São Paulo: Loyola, 2003. p. 51-73.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Com a Palavra, o Professor

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.