"Quem acredita sempre alcança": limites e perspectivas do trabalho colaborativo em Educação Matemática na escola de tempo integral em um projeto de investigação
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v6i14.17516Palavras-chave:
Pesquisa em Educação Matemática, Grupo Colaborativo, Educação IntegralResumo
Em "Quem acredita sempre alcança" destacamos elementos constitutivos de
um projeto de investigação de mestrado em Ensino e Processos Formativos,
vinculado à linha de pesquisa "Educação Matemática" da UNESP, Faculdade
de Engenharia de Ilha Solteira-SP, cuja proposta inicial residia na
possibilidade de constituição de um grupo de trabalho colaborativo na escola
de tempo integral. Dadas as especificidades, mudanças no percurso
metodológico da produção de dados foram necessárias à conclusão do estudo
que, mais tarde, se configuraria na dissertação intitulada "Pra Não Dizer que
Não Falei das Flores: estudo bibliométrico da escola de tempo integral e dos
grupos colaborativos em Educação Matemática". Frente a possibilidade de
avançar no debate teórico do campo da pesquisa em Educação Matemática,
no contexto de grupos colaborativos, entendemos ser este artigo um
contributo no sentido de ousar, em termos de produção do conhecimento, ao
narrar itinerários vividos pela pesquisadora como estudante de um programa
de pós-graduação, dos prazos da academia e ainda dos sentimentos que a
escrita gera à figura pessoal e profissional daqueles/daquelas que estão na
linha de frente de projetos de estudos: mestrandos e/ou doutorandos. Os
limites referem-se aos ajustes necessários quando imprevistos acontecem,
variáveis do processo investigativo não controladas pelo pesquisador, os
quais demandam respostas imediatas para o avanço na escrita do trabalho.
Nesta direção, em termos de perspectivas, acreditamos que a mudança/os
ajustes postos ao referencial da pesquisa representam maturidade acadêmica
e saber agir perante as possibilidades que o trabalho anuncia, as quais
delineiam-se fontes ricas e promissoras de novas investigações.
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