Estratégias e materiais didáticos utilizados pelos professores de Ciências da Natureza da Escola Estadual Elias Bento em Canabrava do Norte/MT
DOI:
https://doi.org/10.22481/exon.v11iE.20730Palavras-chave:
Aprendizagem Significativa, Estratégias de Ensino, Materiais DidáticosResumo
O presente estudo tem como objetivo identificar às estratégias de ensino e materiais didáticos que os professores de Ciências da Escola Estadual Elias Bento, Canabrava do Norte/MT, utilizam em suas aulas para melhorar a interação e o aprendizado dos alunos. A investigação envolveu 05 (cinco) professores das áreas de Ciências e Química, e ocorreu no segundo semestre letivo de 2019. Essa pesquisa é considerada exploratória e sua abordagem é mista por envolver aspectos qualitativos e quantitativos. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário contendo 08 (oito) questões. Dos resultados obtidos identificou-se que as estratégias de ensino mais recorrentes são: aulas em Power Point, pesquisas na internet, jogos didáticos virtuais e manuais, experimentos práticos, aulas expositivas, seminários, mapas conceituais, leituras coletivas, vídeos aulas, aulas de campo e dinâmicas. A pesquisa também permitiu identificar os seguintes materiais didáticos: livros didáticos, laboratório virtual, laboratório de ciências, projeto Teláris, apresentações em Power Point, filmes e vídeos. Portanto, conhecer as inúmeras possibilidades de recursos e metodologias que podem ser desenvolvidas em aulas de Química pode facilitar o tanto o ensino quanto o aprendizado. Estas estratégias e materiais são determinantes na construção de aprendizagens significativas para os estudantes.
Downloads
Referências
D.M.M. Leão, Paradigmas Contemporâneos de Educação: Escola Tradicional e Escola Construtivista. Cadernos de Pesquisa, Fundação Carlos Chagas – São Paulo, 107 (1999) 187-206.
A. Arroyo, U.P. Rodrigues Filho, A.B.F. Silva, A prática docente na formação do pós graduando em química. Química Nova, São Paulo, 31(2008) 1888-1891.
A.M.A. Andrade, O Estágio Supervisionado e a Práxis Docente. In: SILVA, M.L.S.F. (Org.). Estágio Curricular: Contribuições para o Redimensionamento de sua Prática. Natal: EdUFRN, 2005.
P.B.M. Focetola et al., Os Jogos Educacionais de Cartas como Estratégia de Ensino em Química. Química Nova Escola, São Paulo, 34 (2012) 248-255.
S.G. Pimenta, M.S.L. Lima, Estágio e Docência: diferentes concepções. Revista Poíesis, 3 (2005) 5- 25.
I.C.A. Fazenda, Interdisciplinaridade – Um projeto em parceria. 5. ed., São Paulo: Loyola, 2002.
M.F. Leão, M.M. Dutra, A.C.T. Alves (Org.), Estratégias Didáticas Voltadas para o Ensino de Ciências: Experiências pedagógicas na formação inicial de professores. 1 ed., Uberlândia: Edibrás, 2018.
E.J. Wartha et al., Cotidiano e Contextualização no Ensino de Química. Química Nova na Escola, São Paulo, 35 (2013) 84-91.
O. Freitas, Equipamentos e materiais didáticos. Universidade de Brasília. Brasília, 2009.
S.M. Manfredi, Metodologia do ensino: diferentes concepções (versão preliminar), 1993. Disponível em: www.fae.unicamp.br. Acesso aos: 07 de setembro de 2017.
V.B.C. Petrucci, R.R. Batiston, Estratégias de ensino e avaliação de aprendizagem em contabilidade. In: PELEIAS, I.R. (Org.) Didática do ensino da contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2006.
L.G.C. Anastasiou, L.P. Alves, Estratégias de ensinagem. In: ANASTASIOU, L.G.C., ALVES, L.P. (Orgs.). Processos de ensinagem na universidade: Pressupostos para as estratégias de trabalho em aula, 3. ed., Joinville: Univille, pp. 67-100, 2004.
J. Brighenti, V.T. Biavatti, T.R. Souza, Metodologias de ensino-aprendizagem: uma abordagem sob a percepção dos alunos. Revista GUAL, Florianópolis, 8 (2015) 281-304.
D.A.V. Zanono et al., Jogo didático Ludo Químico para o ensino de nomenclatura dos compostos orgânicos: projeto, produção, aplicação e avaliação. Ciências & Cognição, Rio de Janeiro, 13 (2008) 72- 78.
M. Tardif, C. Lessard, L. Lahaye, Os professores face ao saber – esboço de uma problemática do saber docente. Teoria & Educação, Porto Alegre, 4 (1991).
J.O. Trindade, D.R. Hartwig, Uso Combinado de Mapas Conceituais e Estratégias Diversificadas de Ensino: Uma Analise Inicial das Ligações Químicas. Química Nova na Escola, São Paulo, 34 (2012) 83- 91.
C.C. Guimarães, Experimentação no Ensino de Química: Caminhos e Descaminhos Rumo à Aprendizagem Significativa. Química Nova na Escola, São Paulo, 31 (2009).
A.C. Gil, Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6. ed., São Paulo: Atlas, 2010.
J.W. Creswell, Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
L. Bardin, Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2012.
M.S. Almeida, M.F. Leão, Metodologias e recursos utilizados em aulas para ensinar química: Estado da arte em Atas do ENPEC (2007-2015). Pesquisa em Foco (UEMA), 22 (2017) 117-137.
M.G.N. Mizukami, Ensino: As abordagens do Processo. São Paulo: EPU, 1986.
D.A. Oliveira, et al., O jogo de perguntas e respostas como recurso didático pedagógico no desenvolvimento do raciocínio lógico enquanto processo de ensino aprendizagem de conteúdos de ciências do oitavo ano do ensino fundamental. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências, 9 (2013). Anais eletrônicos... Águas de Lindóia/SP, 2013.
R.C.A., Vicente, T. Comiotto, Materiais didáticos-pedagógicos para o Ensino de Química. In: II Colbeduca, Joinville/SC, set. 2016.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2020 Exatas Online

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.


