Hacia una etnoplanificación territorial sostenible: un estudio de caso en Paraty, Río de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.22481/rg.v9.18091Palabras clave:
Povos e comunidades tradicionais, planejamento territorial, políticas públicas.Resumen
Este artículo investiga la representación de los Pueblos y Comunidades Tradicionales en los instrumentos de planificación territorial, con especial atención al municipio de Paraty, Río de Janeiro. Analiza cómo el Plan Director Municipal y la Zonificación Ecológica Económica (ZEE) incorporan o descuidan los derechos y territorios de estos grupos. Se concluye que, a pesar del reconocimiento legal de los PCT, sus territorialidades suelen quedar invisibilizadas en los instrumentos de planificación, lo que refleja un modelo de desarrollo que prioriza los intereses económicos sobre la justicia socioambiental. Los resultados señalan brechas en la inclusión y el mapeo de las comunidades caiçara, quilombolas e indígenas en Paraty, lo que pone de relieve la necesidad de revisar las políticas de planificación territorial para garantizar el respeto de los derechos y formas de vida tradicionales.
Descargas
Citas
ACOSTA, Alberto. O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos.
ALMEIDA, Luiz Sávio de. Quilombo e Política. MOURA, Clóvis (org.). Os quilombos na dinâmica social do Brasil. Maceió: EDUFAL, 2001
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988
BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Brasilia, 31 ago. 1981.
BRASIL. Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001.
BRASIL. Decreto nº 4.297, de 10 de julho de 2002. Brasilia, 10 jul. 2002.
BRASIL. Decreto no. 6.040 de 2007, Brasilia, 07 fev. 2007.
CRUTZEN, Paul J.; STOERMER, Eugene F. The “Anthropocene”. Global Change Newsletter, n. 41, p. 17–18, 2000
DANOWSKI, Déborah; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundos por vir: ensaios sobre os medos e os fins. São Paulo: Cultura e Barbárie; Instituto Socioambiental, 2014
DIEGUES, Antônio Carlos. Etnoconservação: novos rumos para a conservação da natureza. São Paulo: Hucitec, 2000.
FERDINAND, Malcom. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. São Paulo: Editora Ubu, 2022.
FIOCRUZ. Índice indica vulnerabilidade de municípios do Rio às mudanças climáticas. Instituto Oswaldo Cruz, 2024. Disponível em: https://www.ioc.fiocruz.br/noticias/indice-indica-vulnerabilidade-de-municipios-do-rio-mudancas-climaticas
FRANÇA, K. C. B. de. Procedimentos para revisão do plano diretor: o plano diretor como instrumento de desenvolvimento urbano municipal. Brasília: CNM, 2013.
IPCC, 2021: Sumário para Formuladores de Políticas. Em: Mudança do Clima 2021: A Base da Ciência Física.. Cambridge University Press. No Prelo.
IPHAN. Paraty e Ilha Grande: Cultura e Biodiversidade. Patrimônio Mundial Misto, 2019. Disponível em: https:// www.paraty.rj.gov.br/paraty-patrimonio-mundial. Acesso em: Outubro de 2024.
KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020
LOWANDE, Walter F. F. Antropoceno, ciências humanas e historiografia. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 30, e2023067, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-59702023000100067.
PARATY. Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado de Paraty: minuta de projeto de lei complementar. Paraty: Prefeitura Municipal de Paraty, jul. 2024.
PLATAFORMA POVOS. Plataforma Povos. Disponível em: https://www.plataformapovos.org. Acesso em: 12 maio 2025.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. p. 117-142.
RICARDO, Fany (org). Terras Indígenas & Unidades de Conservação da natureza : o desafio das sobreposições -- São Paulo : Instituto Socioambiental, 2004.
RIO DE JANEIRO. Lei nº 5.067, de 9 de julho de 2007. Dispõe sobre o zoneamento ecológico-econômico do Estado do Rio de Janeiro e define critérios para a implantação da atividade de silvicultura econômica no Estado do Rio de Janeiro. Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 12 jul. 2007.
RIO DE JANEIRO (Estado). Conselho Estadual de Recursos Hídricos. Resolução CERHI-RJ nº 107, de 22 de maio de 2013. Aprova nova definição das Regiões Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro e revoga a Resolução CERHI nº 18, de 8 de novembro de 2006. Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 12 jun. 2013, p. 35-36.
RODRIGUES, Leila Ribeiro; GUIMARÃES, Felipe Flávio Fonseca; COSTA, João Batista de Almeida. Comunidades tradicionais: sujeitos de direito entre o desenvolvimento e a sustentabilidade. In: CONFERÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO – CODE/IPEA, 2011.
VAINER, Carlos Bernardo. Planejamento territorial e projeto nacional: os desafios da fragmentação. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 9, n. 1, p. 9, 2007. Disponível em: https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/167.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Ananda Meinberg Bevacqua , Nina Lys de Abreu Nunes

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-CompartirIgual 4.0.
Dos Direitos Autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de forma irrestrita e concedem à Geopauta a primeira publicação com o trabalho simultaneamente licenciado em CC BY, que permite que outros compartilhem com reconhecimento da autoria de cada autor na publicação inicial nesta revista.
Propriedade Intelectual e Termos de uso
A Geopauta adota a política de Acesso Livre em Conformidade com o Acesso Aberto- OAC recomendado pelo DOAJ e em conformidade com os Critérios SciELO, sob uma licença Creative Commons CC By Attribution 4.0 International License, permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e permitindo que qualquer usuário leia, baixe, copie, distribua, imprima, pesquise ou vincule aos textos completos dos artigos, rastreie-os para indexação, passe-os como dados para software ou use-os para qualquer outra finalidade legal.
A Geopauta atribui a licença CC BY. onde é permitido sem restrições:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.




