Educación inclusiva y tecnologías educativas: mediación y promoción del aprendizaje en la educación a distancia
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v19i50.8746Palabras clave:
educación inclusiva, enseñanza colaborativa, tecnologías educativasResumen
La realidad que se vive actualmente en la educación ha permitido numerosas reflexiones sobre la labor pedagógica, intermediadas por diversas redes y vías de acceso a la comunicación y la información. Creyendo en esta premisa, este trabajo tiene como principal objetivo reflexionar sobre las posibilidades de dar un nuevo sentido a la calidad de la enseñanza, incluso en el contexto de las clases a distancia. Por lo tanto, presenta la propuesta del trabajo colaborativo y el uso de las tecnologías educativas, como una forma fructífera de asegurar la inclusión y el desarrollo del aprendizaje significativo. Las discusiones que aquí se presentan tienen en cuenta las exigencias de una nueva actitud docente que considera la interacción, el aprendizaje y el desarrollo de competencias en una sociedad del conocimiento y de la información, afectada por la pandemia del Coronavirus. Las ideas presentadas en el ámbito de este trabajo resultan de una investigación bibliográfica de carácter cualitativo, referenciada por los pensamientos de Mendes (2017), Masetto (2000), Rodrigues (2012), Galvão Filho (2009) y Silva (2001). A través de este estudio, fue posible concebir la relevancia de una enseñanza colaborativa, basada en la reconfiguración de los roles de quienes actúan directamente en la orientación de los alumnos, permitiendo, aún, situar el papel de las tecnologías como grandes aliadas en la propuesta de una educación inclusiva. A su vez, estas tecnologías deben apoyarse en mediaciones pedagógicas que diversifiquen la enseñanza y amplíen las capacidades interactivas, para situar al alumno en la posición de sujeto activo en su proceso de conocimiento.
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