Currículo de Sergipe e governamentalidade neoliberal: tragando almas, produzindo sujeitos-coachizados
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.13001Palabras clave:
currículo, materia, gubernamentalidad, habilidades socioemocionalesResumen
Con base en recuerdos de uno de los autores, analizamos cómo el Currículo de Sergipe (CSE) apunta prescripciones para producir sujetos. Así, tejemos análisis, aquí llamados matutancias, problematizando documentos y tecnologías que producen lo que llamamos currículum-entrenador, comprendiendo el funcionamiento y los mecanismos por los cuales se producen subjetividades, y se accede al alma de los individuos, haciéndolos sujeto-entrenado. Analizamos el CSE y las actividades relacionadas con él: cursos de formación docente, conversaciones de WhatsApp y cuadernos de Proyecto de Vida. Mostramos cómo el plan de estudios prescribe la necesidad de que todos en la escuela sean autocuidados, con la versatilidad para lidiar con los factores emocionales. El gobierno neoliberal, a través de estrategias basadas en la fuerza de la regulación documental, accede al alma de los sujetos, haciéndoles creer que esa es la mejor manera de vivir sus vidas. Además, los profesores son invitados y entran en esa racionalidad, sin cuestionamientos, operando verdades en sí mismos, actuando como multiplicadores de este proceso de formación de sujetos.
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