La competencia crítica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.13965

Palabras clave:

crítica, colonialismo, posicionalidad, principio moral, modernidad

Resumen

Este ensayo pretende problematizar cómo la vida social en la filosofía griega clásica y en la filosofía moderna fue objeto de reflexión filosófica, culminando en la afirmación de la analítica de la verdad como criterio superior a la crítica. A partir de esta pregunta, problematizamos las relaciones entre esta analítica de la verdad y el colonialismo o la centralidad del hombre blanco, burgués y europeo, como criterio del buen vivir o del vivir correctamente. A través de una discusión bibliográfica a partir de alguns obras de la filosofía moderna y contemporánea que intentaron impugnar esta dimensión abstracta y universalista del análisis de la verdad, señalamos que ciertos cruces coloniales aún tienen repercusiones en ellos. Para concluir, el ensayo sistematiza pistas o caminos para el desarrollo de lo que denominamos competencia crítica, recogiendo aportes de la filosofía, el psicoanálisis y la antropología para afirmarla como pan-perspectivismo crítico y como gestación de nuevos mundos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Rodrigo Lages e Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutor em Psicologia UFF. Docente no Departamento de Estudos Básicos da Universidade (DEBAS) Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e no Programa de Pós-graduação em Educação. Coordenador do Grupo de Pesquisa INOMINAAR.

Contribuição de autoria: autor principal

Luis Artur Costa, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Docente no Departamento de Psicologia Social e Institucional e no Programa de Pós-graduação em Psicologia Social e Institucional (PPGPSI). Doutor pelo Programa de Doutorado Interdisciplinar do PPGIE-UFRGS.

Contribuição de autoria: co-autor

Iacã Machado Macerata, Universidad Federal de Santa Catarina

Professor no Departamento de Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina. Doutorado em Psicologia - Estudos da Subjetividade - pela Universidade Federal Fluminense.

Contribuição de autoria: co-autor

Citas

ARISTÓFANES. Nas nuvens. Cadernos de Tradução, Porto Alegre, n. 32, jan./jun. 2013.

AGAMBEN, Giorgio. Magia e felicidade. In: AGAMBEN, Giorgio. Profanações. São Paulo: Boitempo, 2007.

DELEUZE, Gilles. O que dizem as crianças. In: DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Tradução de Peter Pál Pelbart. São Paulo: Editora 34, 1997.

DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. São Paulo: Graal, 1988.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O antiédipo. São Paulo: Editora 34, 2010.

DESCARTES, René. As meditações. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

DESCARTES, René. Tratado das paixões da alma. São Paulo: Nova Cultural, 1999a.

DEWEY, John. Como pensamos: como se relaciona o pensamento reflexivo com o processo educativo: uma reexposição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1959.

EUGENIO, Fernanda; FIADEIRO, João. Jogo das perguntas: o modo operativo “AND” e o viver juntos sem ideias. Fractal: Revista de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 25, n. 2, ago. 2013.

FOUCAULT, Michel. O que são as luzes? In: FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos II: arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. Tradução de Elisa Monteiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.

FOUCAULT, Michel. O sujeito e o poder. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Tradução de Roberto Machado. 24. ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2007.

FOUCAULT, Michel. El gobierno de los vivos y de los otros. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2009.

HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, n. 5, p. 7-41, 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773

. Acesso em: 6 mar. 2023.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

KANT, Immanuel. Crítica da razão prática. Lisboa: Edições 70, 2017.

KANT, Immanuel. Crítica da faculdade do juízo. In: DUARTE, Rodrigo. O belo autônomo: textos clássicos de estética. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

KASTRUP, Virginia. O funcionamento da atenção no trabalho do cartógrafo. Psicologia & Sociedade, v. 19, n. 1, p. 15-22, jan./abr. 2007.

KASTRUP, Virginia; TEDESCO, Silvia; PASSOS, Eduardo. Políticas da cognição. Porto Alegre: Sulina, 2008.

LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.

MANFREDI, Valério M. Akropolis: a grande epopeia de Atenas. Porto Alegre: L± Rio de Janeiro: Rocco, 2010.

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã (Feuerbach). 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1991.

MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. São Paulo: Palas Athena, 2001.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

PLATÃO. A república. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.

PLATÃO. Fédon. In: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

PLATÃO. Teeteto. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

PRECIADO, Beatriz P. Manifesto contrassexual: práticas subversivas de identidade sexual. São Paulo: N-1 Edições, 2014.

ROLNIK, Suely. Esferas da insurreição: notas para uma vida não cafetinada. São Paulo: N-1 Edições, 2019.

SIMONDON, Georges. A individuação à luz das noções de forma e informação. São Paulo: Editora 34, 2020.

STIEGLER, Bernard. What makes life worth living: on pharmacology. Cambridge: Polity Press, 2013.

TIERNO, Patrício. O pensamento político dos filósofos milésios. Lua Nova, São Paulo, n. 100, p. 363-404, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n100/1807-0175-ln-100-00363.pdf

. Acesso em: 30 mar. 2023.

WHITEHEAD, Alfred N. Proceso y realidad. Buenos Aires: Losada, 1956.

WINNICOTT, Donald. O brincar e a realidade. São Paulo: Ubu Editora, 2019.

VARELA, Francisco; THOMPSON, Evan; ROSCH, Eleanor. The embodied mind: cognitive science and human experience. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1991.

VARELA, Francisco. Sobre a competência ética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 1992.

VARELA, Francisco. O círculo criativo: esboço histórico-natural da reflexividade. In: WATZLAWICK, Paul. A realidade inventada. Campinas: Editorial Psy II, 1994. p. 302-316.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Cosac & Naify, 2015.

Publicado

2024-12-10

Cómo citar

SILVA, Rodrigo Lages e; COSTA, Luis Artur; MACERATA, Iacã Machado. La competencia crítica. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 20, n. 51, p. e13965, 2024. DOI: 10.22481/praxisedu.v20i51.13965. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/praxis/article/view/16918. Acesso em: 25 may. 2026.