Filtros solares caseros y comerciales: análisis comparativo de la eficiencia en la protección uv
DOI:
https://doi.org/10.22481/rbba.v16i1.17339Palabras clave:
eficacia, filtros solares, radiación ultravioletaResumen
Diariamente, muchas personas están expuestas a la radiación solar que alcanza la superficie terrestre, incluyendo la radiación ultravioleta (R-UV), que forma parte del espectro electromagnético. Esta se divide según su longitud de onda en UV-A (315–400 nm), UV-B (280–315 nm) y UV-C (100–280 nm). La R-UV puede representar riesgos para la salud, como eritemas, fotoenvejecimiento y fotocarcinogénesis, pero también aporta beneficios, como la síntesis de vitamina D y la esterilización. Para reducir la exposición, se recomienda el uso de filtros solares, que actúan como barrera protectora para la piel. Sin embargo, debido a su alto costo, muchas personas fabrican sus propios filtros solares, los cuales no han sido sometidos a pruebas de eficacia. Este estudio tuvo como objetivo comparar la efectividad de los filtros solares comerciales y caseros (elaborados con pasta de agua, óxido de zinc, urucú y arcilla). Aunque todas las formulaciones redujeron la intensidad de la radiación UV, los filtros comerciales demostraron mayor eficiencia. Entre los caseros, el elaborado con urucú mostró el mejor desempeño.
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