Ludicidad y ancestralidad: experiencias de extensión universitaria en cultura afrobrasileña en la infancia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/recuesb.v13i24.18808

Palabras clave:

Juego, Cultura afrobrasileña, Infancia.

Resumen

Este estudio reflexiona sobre la ludicidad y el juego como prácticas de valorización de la cultura afrobrasileña en la infancia. Presenta experiencias desarrolladas en talleres de extensión universitaria titulados “Memorias del Juego: Saberes Afrobrasileños en la Infancia” y “Colores, Cuerpo, Ritmo y Memoria”, realizados con niños y niñas de los primeros años de la Educación Primaria durante la XXI Semana de la Educación de la Pertenencia Afrobrasileña, en Jequié, Bahía, Brasil.La metodología se fundamentó en la comprensión del juego como lenguaje legítimo de la infancia y como medio de construcción de pertenencia, memoria e identidad cultural. Las actividades se desarrollaron mediante prácticas lúdicas y participativas que incluyeron música afrobrasileña, círculos de diálogo, narraciones afrocentradas y juegos de matriz africana, mediadas por el diálogo y la escucha atenta. Los resultados evidencian que los talleres favorecieron el reconocimiento de saberes ancestrales, el fortalecimiento de vínculos colectivos y la ampliación del repertorio cultural infantil, promoviendo una identificación positiva con la cultura afrobrasileña. Estas iniciativas contribuyen a prácticas educativas antirracistas y al fortalecimiento del vínculo entre universidad y comunidad.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Anatalia Oliveira de Souza, Universidade estadual do sudoeste da Bahia

Mestranda em Educação, pelo Programa de Pós- Graduação em Educação, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB); Graduada em Pedagogia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Monalysa Pinto da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação (PPGEd) na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Graduada em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

Marilete Calegari Cardoso, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutora em Educação ,pela Universidade Federal da Bahia/UFBA. Docente do Departamento de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia  (DCHL/UESB),  Jequié, Bahia, Brasil.

Citas

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, DF: CNE/CP, 2004.

BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir no currículo oficial da educação básica a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 10 jan. 2003.

CARDOSO, Marilete Calegari; ROCHA, Amanda Queiroz; SILVA, Luana Sena da. Brincologias e criação na formação docente: a natureza como promotora de um brincar sustentável. Revista Extensão & Cidadania, v. 13, n. 23, p. 59–75, 2025. DOI: 10.22481/recuesb.v13i23.17006. Disponível em:

https://periodicos2.uesb.br/recuesb/article/view/17006. Acesso em: 17 fev. 2026.

CORSARO, William A. Sociologia da infância. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.

GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis: Vozes, 2017.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O brincar e suas teorias. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

MUNANGA, Kabengele. Superando o racismo na escola. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.

NEVES, André. Obax. São Paulo: Brinque-Book, 2010.

SARMENTO, Manuel Jacinto. Sociologia da infância: correntes e confluências. In: SARMENTO, Manuel Jacinto; GOUVEA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis: Vozes, 2011.

SARMENTO, Manuel Jacinto. As culturas da infância nas encruzilhadas da segunda modernidade. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 91, p. 361-378, maio/ago. 2005.

SILVA, Andressa Queiroz da; COSTA, Rosilene Silva da. Educação antirracista é educação transformadora: uma análise da efetividade da lei nº 10.639/03. Revista Em Favor de Igualdade Racial, v. 1, n. 1, p. 17–35, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/RFIR/article/view/1993. Acesso em: 3 fev. 2026.

VELOSO, Abraão. Tecnologia ancestral africana: símbolos Adinkra. Espaço do Conhecimento UFMG, 16 ago. 2022. Disponível em: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/blog-espaco/tecnologia-ancestral-africana-simbolos-adinkra/. Acesso em: 29 jan. 2026.

Publicado

2026-03-17

Cómo citar

DE SOUZA, Anatalia Oliveira; DA SILVA, Monalysa Pinto; CALEGARI CARDOSO, Marilete. Ludicidad y ancestralidad: experiencias de extensión universitaria en cultura afrobrasileña en la infancia. Revista Extensão & Cidadania, [S. l.], v. 13, n. 24, p. 214–232, 2026. DOI: 10.22481/recuesb.v13i24.18808. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/recuesb/article/view/18808. Acesso em: 19 may. 2026.

Número

Sección

Relatos de Experiência