Entre juegos y sonrisas: el juego como derecho y acceso en la atención educativa especializada (AEE)
DOI:
https://doi.org/10.22481/reed.v6i13.17544Palabras clave:
Atención Educativa Especializada, actividades adaptadas, juegos adaptados, Educación Infantil, enseñanza y aprendizajeResumen
Este artículo presenta un recorte de los servicios en el aula de Atención Educativa Especializada (AEE) del Centro de Educación Marvione Macêdo en la ciudad de Itapetinga-BA, que atiende al público de Educación Infantil II a Preescolar II. Los juegos se consideran herramientas integradoras y recursos pedagógicos que apoyan el aprendizaje. El objetivo de este artículo es analizar el proceso de aprendizaje de los alumnos mediante juegos y actividades adaptadas, identificando los desafíos en la implementación de estos recursos y comprendiendo cómo su uso puede contribuir al desarrollo infantil. Nos fundamentamos en autores como Wallon (1995), Fonseca (2004), Brasil. Ley nº 13.146 (2015), Moreira (1999), Ajuriaguerra (1980), y Vygotsky (1989). Se realizó una investigación de campo cualitativa, con la aplicación de un cuestionario a la profesora del aula de AEE para la recopilación de datos, además de una revisión bibliográfica. El estudio abarca una investigación sobre la producción de juegos y materiales adaptados para la educación. Los resultados evidencian las acciones realizadas en la implementación de estos recursos, así como las dificultades enfrentadas por la profesora en la elaboración de los materiales. La creación de nuevas adaptaciones se realiza de forma individualizada, teniendo en cuenta las necesidades específicas de cada niño, según su grupo de edad. De esta forma, se hace evidente la importancia de adaptar los recursos pedagógicos con el fin de atender a la diversidad y promover un entorno de aprendizaje más inclusivo.
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