Resolução de Problemas: uma experiência proporcionada pelo Estágio Supervisionado no Ensino Médio
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v10i26.19070Palabras clave:
Estágio Supervisionado, Progressão Geométrica, Resolução de ProblemasResumen
Considerando os processos de formação docente, este trabalho, de natureza qualitativa reflexiva, relata as reflexões de uma licencianda em Matemática ao desenvolver as atividades requeridas na disciplina de Estágio Supervisionado III deste curso e implementar uma sequência de atividades para o ensino de Progressão Geométrica utilizando a Metodologia de Ensino-Aprendizagem-Avaliação de Matemática através da Resolução de Problemas, para uma turma do 2° ano do Ensino Médio de uma escola da rede estadual de ensino no interior da Bahia. Assim, as atividades foram elaboradas e implementadas de acordo com o Roteiro de Atividades conforme prevê essa metodologia. Os resultados destacaram que as reflexões construídas neste estágio foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas de ensino da estagiária e contribuíram para a formação da sua identidade enquanto futura professora, relacionadas, principalmente, à compreensão do papel do professor antes de propor um problema gerador, durante a implementação desse problema e depois de sua resolução, com vistas à aprendizagem dos estudantes. Nesse sentido, esse estudo contribuiu positivamente tanto para a compreensão do objeto Matemático pelos estudantes do Ensino Médio quanto para o processo de formação da estagiária, além de ressaltar a importância do Estágio Supervisionado como componente curricular dos cursos de Licenciatura.
Descargas
Citas
ALLEVATO, Norma Suely Gomes; ONUCHIC, Lourdes de La Rosa. Ensino-aprendizagem-avaliação de Matemática: por que através da Resolução de Problemas. In: ONUCHIC, Lourdes de La Rosa; ALLEVATO, Norma Suely Gomes; NOGUTI, Fabiane Cristina Hopner; JUSTULLIN, Andresa Maria (Org). Resolução de problemas: teoria e prática. Jundiaí: Paco Editorial, 2014.
AUSUBEL, David Paul; NOVAK, Joseph Donald; HANESIAN, Helen. Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
BASTOS, Thais Basem Mendes Correa; BOSCARIOLI, Clodis. A competência docente e sua complexidade de conceituação: Uma revisão sistemática. Educação em Revista, [S.L], v.37, n.1, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/edrevista/article/view/37436. Acesso em: 15. mar. 2025.
BIANCHINI, Barbara Lutaif.; LIMA, Gabriel Loureiro. O pensamento Matemático e os diferentes modos de pensar que o constituem. São Paulo: Livraria da Física, 2023.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União, 26 set. 2008.
BRASIL. Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Cadernos de Apoio à Aprendizagem – Matemática. Bahia: SEC, 2021. Disponível em: http://www.educacao.ba.gov.br/midias/documentos/ensino-medio-matematica. Acesso em: 22, ago. 2024.
BRASIL. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Resolução CONSEPE nº 98/2004, de 8 de dezembro de 2004.Vitória da Conquista: CONSEP/UESB, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
CORREA, Matheus Metz; NOGUTI, Fabiane Cristina Hopner. O Ensino-Aprendizagem-Avaliação de Progressão Geométrica através da Resolução de Problemas na Licenciatura em Matemática. Educação Matemática Debate, Montes Claros, v. 4, n. 10, p. 1–26, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/emd/article/view/2590 . Acesso em: 30 mar. 2025.
CRESWELL, John Ward. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre Cinco Abordagens. Porto Alegre: Penso, 2014.
ETCHEVERRIA, Teresa Cristina; FELICETTI, Vera Lúcia. Formação do professor de matemática: prática de ensino no contexto da escola. Formação Docente, v.8, n.1, p. 44-57. 2016.
FERREIRA, M. S. (2012). A abordagem colaborativa: uma articulação entre pesquisa e formação. Saberes e práticas de docência. Mercado de letras, 359-396, 2012.
GONÇALVES, Renato; ALLEVATO, Norma Suely Gomes. Um mapeamento acerca da Resolução de Problemas como metodologia de ensino e aprendizagem em pesquisas desenvolvidas no Ensino Médio. Trilhas Pedagógicas, v.11 n.14, p. 44-66, 2021.
IEZZI, Gelson.; DOLCE, Osvaldo.; FERRARI, Antônio Machado. Matemática: Ciência e Aplicações. São Paulo: Atual, 2013.
LAZARINI, Laís Vitória; MENDES, Luiz Otávio Rodrigues. Análise de possíveis problemas de progressão aritmética em livros didáticos do novo ensino médio: um olhar por meio da Resolução de Problemas. Vitruvian Cogitationes, v. 4, n. 2, p. 132-148, 2023.
MORAIS, Rosilda dos Santos.; ONUCHIC, Lourdes de La Rosa. Uma abordagem histórica da resolução de problemas. In: ONUCHIC, Lourdes de La Rosa; ALLEVATO, Norma Suely Gomes; NOGUTI, Fabiane Cristina Hopner; JUSTULLIN, Andresa Maria (Org). Resolução de problemas: teoria e prática. Jundiaí: Paco Editorial, 2014.
ONUCHIC, Lourdes de La Rosa. Ensino-aprendizagem de Matemática através da resolução de problemas. In: BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. (Org.). Pesquisa em Educação Matemática: Concepções e Perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1999.
ONUCHIC, Lourdes de La Rosa; ALLEVATO, Norma Suely Gomes. Pesquisa em Resolução de Problemas: caminhos, avanços e novas perspectivas. Bolema: Mathematics Education Bulletin, v.25, n. 21, p. 73-98, 2011.
POLYA, George. A arte de resolver problemas. Rio de Janeiro: Interciência, 1978.
SCHROEDER, Thomas L.; LESTER, Frank K. Developing understanding in mathematics via problem solving. In: TRAFTON, Paul R.; SHULTE, Albert P. (org.). New directions for elementary school mathematics. Reston, VA: National Council of Teachers of Mathematics, 1989.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Com a Palavra, o Professor

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.