O percurso do GIFEM: um grupo que se tornou colaborativo
DOI:
https://doi.org/10.22481/cpp.v6i14.17562Keywords:
Collaborative group, Researcher professor, Elementary and Middle School, Mathematical Education, Statistical EducationAbstract
This article presents the history of the formation of Grupo de Investigação e
Formação em Educação Matemática - GIFEM. The objective is to discuss the
constituent elements of a collaborative group from the exploration of the
concepts: continuous professional development, teaching autonomy,
professional identity, agency, critical friend, collaboration, reflective
relationship between the work of teachers, creative insubordination and
activist teacher. A group that became collaborative during its constituent
process, with its work guidelines centered on theoretical and methodological
study on teaching and learning mathematics and statistics in elementary
school. It is evident, from this experience of collective and collaborative
production, the importance of the teacher assuming himself as a producer of
knowledge and sharing his practices and his professional knowledge.
Downloads
References
BEIJAARD, D.; MEIJER, P. C.; VERLOOP, N. Reconsidering research on teachers professional identity. Teaching and Teacher Education, Philadelphia: Elsevier, v. 20, p. 107-128, 2004.
BIESTA, G.; TEDDER, M. How is agency possible? Towards an ecological understanding of agency-as-achievement. 2006. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/228644383_How_is_agency_possible_Towards_an_ecological_understanding_of_agency-as-achievement#fullTextFileContent. Acesso em: 5 nov. 2020.
BIESTA, G.; TEDDER, M. Agency and learning in the lifecourse: Towards an ecological perspective. Studies in the Education of Adults, London, v. 39, n. 2, p. 132-149, 2007.
CONTRERAS DOMINGO, José. La autonomia del profesorado. Madrid: Morata, 1997.
CURLETTE, W. L.; GRANVILLE, H. G. The four crucial cs in critical friends groups. The Journal of Individual Psychology, Austin. v. 70, n. 1, p. 21-30, Spring 2014.
CYRINO, M. C. C. T. Identidade profissional de (futuros) professores que ensinam matemática. Perspectivas da Educação Matemática, Campo Grande, v. 10, n. 24, p. 699-712, 2017.
DAMBROSIO, B. S.; LOPES, C. E. Insubordinação criativa: um convite à reinvenção do educador matemático. Bolema, Rio Claro, v. 29, n. 51, p. 1-17, 2015.
FERREIRA, A. C. Metacognição e desenvolvimento profissional de professores de matemática: uma experiência de trabalho colaborativo. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil, 2003.
FIORENTINI, D. Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In: BORBA, M. C.; ARAÚJO, J. L. (Org.). Pesquisa qualitativa em educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. p. 47-76.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
HARGREAVES, A. Os professores em tempos de mudança. O trabalho e a cultura dos professores na Idade Pós-Moderna. Lisboa: Mc Graw-Hill, 1998.
LOPES, C. E. Itinerários autobiográficos de educadores estatísticos. Campinas/SP: Mercado de Letras. No prelo.
LOPES, C. E. A constituição de professores pesquisadores que ensinam matemática e suas identidades profissionais ativistas. Perspectivas de Educação Matemática. Campo Grande. v. 12, n. 30, 2019. p. 598-611.
LOPES, C. E. O conhecimento profissional dos professores e suas relações com estati?stica e probabilidade na educação infantil. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil, 2003.
LOPES, C. E.; MENDONÇA, L. (orgs.). Trilhas investigativas em educação estatística narradas por professores que ensinam matemática. Campinas/SP: Mercado de Letras, 2017.
MARCELO GARCÍA, C. Formação de professores: para uma mudança educativa. Lisboa: Porto,1999.
PASSOS, C. L. B. et al. Desenvolvimento profissional do professor que ensina Matemática: uma meta-análise de estudos brasileiros. Quadrante, Lisboa, v. 15, n. 1-2, p. 193-219, 2006.
PIMENTA, S. G. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In. PIMENTA, S. G. (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 2002. p. 15-34.
PINEAU, G. A autoformação no decurso da vida: entre hetero e a ecoformação. In: NÓVOA, A.; FINGER, M. (Org.). O método (auto)biográfico e a formação. Natal: EDUFRN. São Paulo: Paulus, 2010. p. 97-118.
POPKEWITZ, T. S. Profissionalização e formação de professores: algumas notas sobre a sua história, ideologia e potencial. In: NÓVOA, António (Coord.) Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
SACHS, J. The activist teaching profession. New York: Open University Press, 2003.
SACHS, J. Skilling or emancipating? Metaphors for continuing teacher professional development. In: MOCHKLER, N.; SACHS, J. (Ed.) Rethinking educational practice through reflexive inquiry. London: Springer, 2011.
SCHÖN, D. The reflective practitioner: How professionals think in action. New York: Basic Books, 1983.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2021 Com a Palavra, o Professor

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.