ENSAIO PARA UMA PESQUISA ERGOLÓGICA

EXPERIÊNCIA E EDUCAÇÃO NA ESCOLA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v14i2.11573

Palavras-chave:

Brasil, Educação, Ergoengajamento, Experiência, Pandemia

Resumo

Apresentamos como tema a fala de uma professora de filosofia de escola em tempos pandêmicos no Brasil. Delimitando a investigação em não buscar resolver a problemática da educação, o objetivo neste trabalho colocar em questão o testemunho da experiência em educação na pandemia. Na composição teórica utilizaremos John Dewey (1985) para fundamentar a defesa de que nada pode pré-determinar a atividade viva. Buscamos em Abdallah Nouroudine (2002), Josiane Boutet e Bernard Gardin (1998), Yves Schwartz (2014, 2011, 2010) e Philippe Zarifian (2015) a identificação do testemunho da linguagem no e sobre o trabalho e as (re)normalizações interpretadas na dimensão do corpo-si e da escola, durante a pandemia como uma manifestação de ergoengajamento. Como método dialético a pesquisa é aplicada, exploratória e descritiva, com procedimentos técnicos bibliográficos, documentais e abordagem qualitativa. O corpus corresponde ao testemunho por onde analisaremos e concluímos previamente que a experiência educacional e seu movimento vivo tem papel fundamental nas transformações sociais, como alertou Maria Cecília Pérez de Souza e Silva (2002), e, que as renormatizações aplicadas na luta pelo não abandono da educação nesse momento histórico entendidos como uma cooperação em ação laboral e científica.

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Referências

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Publicado

05.05.2023

Como Citar

SOUZA, Manoela Nascimento; CESAR DE FREITAS, Ernani. ENSAIO PARA UMA PESQUISA ERGOLÓGICA : EXPERIÊNCIA E EDUCAÇÃO NA ESCOLA. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 267–283, 2023. DOI: 10.22481/folio.v14i2.11573. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/15321. Acesso em: 25 maio. 2026.

Edição

Seção

vertentes: estudos linguísticos e aplicados