Narrativas de arte pública: falas subalternas e necropolítica na Amazônia
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.19066Palavras-chave:
Necropolítica, Falas subalternas, Literatura e artes visuais, Amazônia, Milton Hatoum, Monumento das Castanheiras MortasResumo
O presente estudo, denominado Narrativas de arte pública: falas subalternas e necropolítica na Amazônia, busca perceber como a arte visual e a narrativa contemporâneas promovem um encontro de falas subalternas que se contrapõem à necropolítica do Estado, na realidade pós-colonial amazônica, no sul e sudeste do Pará e em Manaus. A metodologia aplicada no estudo é de caráter qualitativo e bibliográfico. Inicialmente, refletiremos acerca do que é a necropolítica e suas relações indissociáveis com o racismo. Em seguida, o que é Arte contemporânea e Arte pública, e como tais artes aparecem em Cinzas do Norte (2005) e no Monumento das Castanheiras Mortas (2021), local do massacre de Eldorado dos Carajás, como forma de fala subalterna. Fundamentam o nosso estudo, os pressupostos teóricos cunhados por Fanon (1968, 2008), Spivak (2010), Mbembe (2018), dentre outros.
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Referências
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