A politização da estética em Emiliano Di Cavalcanti

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.19113

Palavras-chave:

Di Cavalcanti, Jorge Amado, Modernidade Brasileira, Vanguarda, Estética e Política, Teoria crítica

Resumo

O texto a seguir analisa a politização da estética, a partir de noções adornianas e benjaminianas, na obra do pintor brasileiro Emiliano Di Cavalcanti, relacionando-a com as transformações sociais e culturais do Brasil do início do século XX e com o romance Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado. O texto sustenta que a produção artística de Di Cavalcanti não se limita a descrever a realidade, mas constitui uma crítica estética à Modernidade, entendida como um processo de progresso que introduz tensões entre tradição e mudança.

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Biografia do Autor

Johan Nicolás Anzola Moreno, Universidad Santo Tomás

Licenciado em Filosofia e Língua Espanhola pela Universidade Santo Tomás; Mestre em Filosofia Latino-Americana pela Universidade Santo Tomás. Mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de Bogotá Jorge Tadeo Lozano. Professor de Humanidades da Universidade Santo Tomás, nas áreas de Filosofia, Literatura, Estética e História da Arte.

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Publicado

31.07.2026

Como Citar

MORENO, Johan Nicolás Anzola. A politização da estética em Emiliano Di Cavalcanti. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 217–235, 2026. DOI: 10.22481/folio.v17i1.19113. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/19113. Acesso em: 6 ago. 2026.

Edição

Seção

DOSSIÊ: Arte, Literatura, Discurso - Narrativas em Alteridade