A politização da estética em Emiliano Di Cavalcanti
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.19113Palavras-chave:
Di Cavalcanti, Jorge Amado, Modernidade Brasileira, Vanguarda, Estética e Política, Teoria críticaResumo
O texto a seguir analisa a politização da estética, a partir de noções adornianas e benjaminianas, na obra do pintor brasileiro Emiliano Di Cavalcanti, relacionando-a com as transformações sociais e culturais do Brasil do início do século XX e com o romance Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado. O texto sustenta que a produção artística de Di Cavalcanti não se limita a descrever a realidade, mas constitui uma crítica estética à Modernidade, entendida como um processo de progresso que introduz tensões entre tradição e mudança.
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