O ESCRITOR E A BORBOLETA: LITERATURA, IMAGEM E PENSAMENTO EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR

Autores

  • Luiz Lopes CEFET-MG

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v9i2.2793

Resumo

O presente artigo efetua uma leitura do livro A hora da estrela (1977), da escritora brasileira Clarice Lispector, tendo como fio condutor da interpretação as relações entre literatura, imagem e pensamento. Para efetuar tal leitura partimos de um diálogo entre a literatura da autora e o pensamento do filósofo Georges Didi-Huberman, em especial, no que tange suas discussões sobre a imagem sobrevivente que atravessa todas as suas discussões sobre o campo das artes, da literatura e do pensamento filosófico. Além dessa perspectiva, que entrelaça literatura e imagem na produção derradeira de Clarice Lispector, interessa-nos pensar, ainda na esteira do pensamento do filósofo francês e em consonância com a escrita clariceana, o motivo da borboleta como imagem que produz um pensamento sobre a fragilidade do terreno bem como da afirmação dessa dimensão, inserindo assim A hora da estrela num grupo de textos que podemos conceituar como imanentes.

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Biografia do Autor

Luiz Lopes, CEFET-MG

Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor do curso de Letras do CEFET-MG, atuando na área de Estudos Literários e professor do programa de Pós-Graduação POSLING.

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Publicado

09.02.2018

Como Citar

LOPES, Luiz. O ESCRITOR E A BORBOLETA: LITERATURA, IMAGEM E PENSAMENTO EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 9, n. 2, 2018. DOI: 10.22481/folio.v9i2.2793. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/2793. Acesso em: 13 jan. 2026.

Edição

Seção

Interfaces: estudos de teoria e literatura