Indicadores antropométricos e a pessoa com deficiência

Autores

  • Gênesis Oliveira Rocha Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Palavras-chave:

Indicador de Risco, Pessoas com Necessidades Especiais, Comportamento de Risco

Resumo

É possível observar diversas discussões que envolvem Portadores de Necessidades Especiais (PNE) em diversos segmentos essenciais da sociedade, como se evidencia na saúde e educação. Desta forma, o estudo buscou identificar e analisar as prevalências e associações dos riscos à saúde dos PNE por meio dos indicadores antropométricos (IA). Para tanto, utilizou o método de estudo descritivo exploratório em 111 indivíduos, sendo 48 homens e 63 mulheres atendidos em instituições de amparo ao PNE no município de Guanambi/BA. Foi mensurada a estatura (ES), a massa corporal (MC) e os perímetros de cintura (PC) e quadril (PQ) para se determinar o Índice de Massa Corporal (IMC), a Relação Cintura Quadril (RCQ) e o Índice de Conicidade (IC). Já a Gordura Corporal (GC) foi estimada por Bioimpedância. O resultado da pesquisa apontou excesso de peso em 46,7% da amostra. O sobrepeso entre os homens foi de 27,1% e 19% entre as mulheres. A obesidade foi mais prevalente entre as mulheres PNE, uma vez que estas apresentaram um percentual quase 3x maior que os homens, com 34,9%. O PC, o RCQ e o IC demonstram risco cardiovascular na ordem de 31%, 17,4% e 24,2% respectivamente da amostra pesquisada. Quanto à GC, 35,7% da população encontra-se acima do recomendado. Concluise que, além de determinar pontos de corte específicos para os PNE deve-se elaborar programas de atividade física direcionada à população com o intuito de promover a educação para a saúde e seus diversos benefícios.

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Publicado

2012-06-27

Como Citar

Rocha, G. O. (2012). Indicadores antropométricos e a pessoa com deficiência. Revista Saúde.Com, 8(2), 12-19. Recuperado de https://periodicos2.uesb.br/index.php/rsc/article/view/216

Edição

Seção

Artigos originais