Memória e gestão escolar no/do campo: pressupostos à luz da formação humana e das políticas públicas
DOI:
https://doi.org/10.22481/poliges.v7i1.19089Palabras clave:
Educação no/do campo, Gestão escolar, MemóriaResumen
Este estudio presenta supuestos teóricos sobre la memoria y la gestión escolar. Propone analizar, desde una perspectiva teórica, la memoria como objeto de estudio en la intersección con la educación, las políticas públicas y la formación humana, en diálogo con la historia de vida oral. Se configura como un estudio teórico que incluye contribuciones de autores como Alberti (2005), Arendt (2020), Barbosa (2010), Bosi (2023), Brasil (1995), Ferreira (2002), Habermas (1989), Halbwachs (2006), Kolling, Cerioli y Caldart (2002), Marques y Maranhão (2021), Meihy (2005), Pereira (1997), Souza (2024) y Thompson (2005). El diálogo entre la memoria y la gestión escolar es importante porque permite reflexionar sobre la organización (y reforma) del Estado y sus implicaciones para las acciones de los actores sociales, especialmente los administradores escolares en las escuelas rurales, a través de las políticas públicas y sus acciones de seguimiento. En consecuencia, las prácticas educativas de la escuela y el territorio posibilitan la formación de los sujetos, la humanización y la constitución del ser social. De ello se deduce que la gestión escolar guarda una estrecha relación con las organizaciones estatales, ya que el Estado, al desarrollar políticas públicas, afecta a los actores sociales, como los administradores escolares, y llega a los espacios escolares. De igual modo, la memoria permite registrar las historias de los sujetos, recuperar el saber del pasado y los procesos formativos de los sujetos/actores, resignificando las memorias, valorando las experiencias vividas, el territorio (del campo, las aguas y los bosques) que ocupan y el saber de la comunidad.
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