Formação continuada de professores: epistemologias, boas práticas e foco na aprendizagem
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v21i52.18248Palavras-chave:
formação continuada de professores, aprendizagem do aluno, racionalidades formativas, epistemologia da prática, educação redentivaResumo
Este artigo analisa a formação continuada de professores no Brasil a partir de uma abordagem ontológica, historiográfica e epistemológica, com ênfase em seu impacto na aprendizagem dos alunos. A pesquisa parte da indagação: que tipo de professor temos formado e que tipo de professor deveríamos formar? Com base em autores como Ellen G. White, Francisco Imbernón e Patrícia Albiere de Almeida, o estudo articula dimensões conceituais, críticas e espirituais para discutir racionalidades formativas — clássica, técnica, prática e crítica —, e propõe uma nova arquitetura para a formação docente. O percurso metodológico baseia-se em revisão bibliográfica sistemática e análise documental. Constatou-se que, embora haja esforços e políticas voltadas à formação de professores, ainda persiste uma lacuna entre a formação ofertada e a melhoria efetiva da aprendizagem discente. A proposta central do estudo é recentrar o processo formativo no aluno, compreendendo o professor como mediador essencial, cuja formação deve ser intencionalmente orientada para a transformação da experiência educativa. Por fim, defende-se um modelo formativo integral, ancorado em práticas colaborativas, fundamentação crítica e compromisso ético-pedagógico.
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