Implicaciones del ultraconservadurismo para la educación de la infancia brasileña

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DOI:

https://doi.org/10.22481/rbba.v16i1.18340

Palabras clave:

educación, ofensivas antigénero, política educativa brasileña

Resumen

Este artículo problematiza cómo el avance de fuerzas ultraconservadoras y neoliberales ha afectado la educación de la infancia en Brasil durante la última década. Basado en una revisión bibliográfica e investigaciones sobre el tema, evidencia cómo movimientos reaccionarios de grupos religiosos y sectores de la extrema derecha impulsan una agenda política educativa que articula moral conservadora, reducción del papel del Estado y ataques a los derechos humanos. Revela cómo estas fuerzas coordinan ofensivas anti-género destinadas a impedir debates sobre diversidad. La defensa de la supuesta 'inocencia' de los niños y niñas es movilizada como justificación para legitimar censuras, comprometiendo la educación pública, laica y democrática y debilitando la protección de sus propios derechos. Tales dinámicas resaltan cómo las relaciones sociopolíticas desafían la infancia ante las crecientes desigualdades y asimetrías.

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Biografía del autor/a

Amanda Maria Capitolina Rodrigues Duarte, Universidade Federal de São Paulo

Autora

Daniela Finco, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

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Publicado

2026-08-01

Cómo citar

DUARTE, Amanda Maria Capitolina Rodrigues; FINCO, Daniela. Implicaciones del ultraconservadurismo para la educación de la infancia brasileña. Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre las ciencias, [S. l.], v. 16, n. 1, p. e18340, 2026. DOI: 10.22481/rbba.v16i1.18340. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/rbba/article/view/18340. Acesso em: 10 oct. 2026.