La investigación en políticas educativas y el territorio de identidad baiana como categoría de análisis
DOI:
https://doi.org/10.22481/redupa.v4i04.18325Palabras clave:
territorio de identidad, materialismo histórico-dialéctico, políticas educativasResumen
El análisis de los territorios de identidad en Bahía revela dimensiones esenciales para la comprensión y el desarrollo de políticas educativas cuando se investigan a través del método del Materialismo Histórico-Dialéctico. Fundamentado en la tradición marxista, este método enfatiza las contradicciones históricas, las relaciones de poder y la transformación social, permitiendo una comprensión profunda de los fenómenos sociales. El espacio considerado aquí es el espacio social, que posibilita una interpretación de la realidad producida por la sociedad capitalista. En este contexto, el concepto de territorio cobra relevancia, actuando como una lente analítica para observar la intersección entre espacio y poder. Mientras que el espacio social abarca múltiples dimensiones y escalas, el territorio delimita una esfera donde las relaciones de control, pertenencia y apropiación se vuelven más evidentes y estructuradas. Inicialmente vinculado a la delimitación física o político-administrativa, el concepto de territorio ha evolucionado en el ámbito académico para abarcar significados más amplios y complejos. Considerar el territorio como una categoría de contenido implica reconocer que los espacios en los que vivimos no son vacíos ni neutrales, sino que están impregnados de significados que emergen de las prácticas sociales y las luchas históricas. En el contexto bahiano, los territorios de identidad evidencian particularidades, contradicciones, una realidad propia y posibilidades distintas en comparación con otros contextos, precisamente por la forma en que este espacio está configurado. Este enfoque permite que la investigación en políticas públicas educativas se beneficie de un análisis contextualizado que valore la diversidad cultural, social, económica y política.
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