Clubes de Ciencias y ludicidad: entre la resistencia al neoliberalismo y la construcción de una educación emancipadora
DOI:
https://doi.org/10.22481/reed.v6i13.18459Palabras clave:
Ludicidade, Clubes de cências, Neoliberalismo, Educação científica, Processos educativosResumen
Este ensayo teórico discute los desafíos que enfrenta la educación científica contemporánea ante la racionalidad neoliberal, la cual imprime a las prácticas educativas un carácter utilitarista y mercantilizado. En este contexto, se analiza críticamente cómo los Clubes de Ciencias pueden configurarse como prácticas pedagógicas contrahegemónicas al promover la ludicidad en su dimensión subjetiva y autotélica, entendida como una experiencia emancipadora y no utilitarista. El ensayo se basa en las contribuciones de Han, Mineiro y Ferreira, y Freire, que permiten articular una reflexión amplia e integrada sobre las interrelaciones entre ludicidad, neoliberalismo y procesos educativos. Los hallazgos indican que, al fundamentarse en esta perspectiva de ludicidad, los Clubes de Ciencias favorecen la autonomía, la curiosidad y la construcción colectiva del conocimiento, constituyéndose como espacios de resistencia y reinvención de la práctica educativa frente al productivismo neoliberal.
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