Internacionalización de la educación superior y políticas para grupos en desplazamiento humano: ¿qué perspectiva?
DOI:
https://doi.org/10.22481/reed.v6i13.18812Palabras clave:
Educación Superior, Internacionalización, Refugiados/as, InmigrantesResumen
La internacionalización de la educación superior promueve muchos programas de cooperación y movilidad académica, actuando desde dos perspectivas: una de mercado, donde las instituciones reclutan estudiantes con el objetivo de atraer recursos financieros, y otra inclusiva/humanitaria, que acoge a personas en desplazamiento humano – refugiadas/os y migrantes. En Brasil, Santa Catarina es uno de los principales destinos migratorios de estos grupos, lo que llevó al objetivo de esta investigación: caracterizar cómo las instituciones afiliadas a ACAFE/SC, establecidas en el interior del estado, se relacionan con estas personas. La investigación, utilizando un enfoque cualitativo y análisis documental, identificó que las actividades para grupos en desplazamiento humano no se insertan en el contexto de la internacionalización. Se caracterizan como acciones esporádicas, de carácter asistencial, en apoyo a la inserción en el mercado laboral y a la economía del estado. La ausencia de proyectos desde la perspectiva de la cooperación solidaria, relacionados con la enseñanza y la investigación y la garantía de derechos, corrobora la invisibilidad social de estos grupos y demanda mayor sensibilidad y compromiso de las IES hacia ellos.
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