Repercusiones socioespaciales de las imágenes cinematográficas más cristalizadas en la vida-formación de estudiantes universitarios diagnosticados con TEA
DOI:
https://doi.org/10.22481/reed.v7i14.19640Palabras clave:
Docencia universitaria, Fenomenología empírico-interventiva, Psicología y Educación, Trastorno del espectro autistaResumen
Esta investigación tuvo como objetivo describir e interpretar, a partir de las percepciones de estudiantes de la Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía (UESB), las repercusiones socioespaciales de las imágenes cinematográficas cristalizadas en la vida-formación de personas diagnosticadas con Trastorno del Espectro Autista (TEA). Para ello, se adoptaron enfoques cualitativos fundamentados en la Fenomenología y la Hermenéutica, así como el Método Fenomenológico de base Empírico-Interventiva (MFE-I). Se realizó observación participante en un grupo focal, entrevistas fenomenológicas con siete estudiantes universitarios diagnosticados con TEA y análisis fílmico de tres largometrajes. El campo empírico fue la UESB, campus de Vitória da Conquista, Bahía, Brasil. Los resultados revelaron imágenes cinematográficas cristalizadas asociadas a las personas con TEA, reduciendo la pluralidad de sentidos del autismo al representarlas principalmente como superdotadas o incapaces. Estas reducciones tienden a repercutir en las relaciones sociales de las personas autistas e influyen directamente en las comprensiones colectivas sobre el espectro. Sin embargo, los estudiantes investigados señalaron posibilidades para deconstruir dichas imágenes, destacando la importancia de la participación de personas autistas y de la ampliación de la diversidad de género, étnico-racial y etaria en las producciones que representan el TEA.
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