Mujeres negras y feminismo afrodiasporico en la agenda Brasil-Colombia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/rg.v4i2.6531

Resumo

No presente documento busca-se evidenciar as formas de opressão, dominação e exploração a que são submetidas as mulheres negras no Brasil e na Colômbia e o feminismo afrodiasporico como alternativa dos movimentos de mulheres negras para a criação de uma agenda comum de resistência. Apresentam-se alguns elementos de análise interseccional de forma a perceber que entre ditas categorias existem relações cruzadas que fazem impossível assumir a primazia de alguma delas sobre outra. Algumas caraterísticas da população negra nesses territórios são demarcadas evidenciando as analogias presentes na diáspora africana na reinvenção da vida em diversas geografias. Procura-se destacar as principais semelhanças nas estratégias de resistência das mulheres negras grifando as caraterísticas comuns na luta contra o capitalismo patriarcal de supremacia branca.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Metrics

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Angela Patricia Mañunga-Arroyo, Fundación Universitaria Católica Lumen Gentium. Cali-Colômbia.

Assitente Social formada na Universidad del Valle, Colômbia. Mestra em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Maranhão. Professora do Programa de Serviço Social da Fundación Universitaria Católica Lumen Gentium. Cali-Colômbia. Pesquisadora do Centro de Estudos Afrodiasporicos (CEAF) da Universidad ICESI, e do Grupo de Pesquisa Interseccionalidades da Casa Cultural El Chontaduro. E-mail: quillasul@gmail.com   

Referências

ALONSO, Ângela. As teorias dos movimentos sociais: um balanço do debate. Lua Nova, São Paulo, 76: 49-86, 2009.
ARAÚJO, Clara. Marxismo, feminismo e o enfoque de gênero, in: Revista Crítica Marxista, n. 11. São Paulo: Boitempo, 2000.
ARBOLEDA, Katherine; VERGARA, Aurora. Feminismo afrodiaspórico. Una agenda emergente del feminismo negro em Colombia. Universitas Humanística, 78, 2014, p, 109-134.
ARBOLEDA, Santiago. Plan Colombia: descivilización, genocidio, etnocidio y destierro afrocolombiano. In: NÓMADAS, 45, 2016. P, 75-89.
ARCHILA, Mauricio. Paradoxos na construção da democracia colombiana. In: Sociedade civil e democracia na América Latina: crise e reinvenção da política. SciELO - Centro Edelstein. 2007.
CAICEDO, José Antonio. Diáspora africana: claves para comprender las trayectorias afrodescendientes. In: Cátedra de Estudios Afrocolombianos. Aportes para maestros. Universidad del Cauca- Ministerio de Educación Nacional. Popayán, 2008, pp. 82-97
CARDOSO, Francilene. Capitalismo, Crise e Genocído de Negras e Negros: uma análise dalógica do genocídio contemporâneo. VIII Jornada Internacional Políticas Púbicas, um século de reforma e revolução, 2017.
COLÔMBIA. Afrocolombianos población com huellas de africania. Ministerio de Cultura. 2010.
CISNE, Mirla. Gênero, divisão sexual do trabalho e serviço social. 2. ed. São Paulo: Outras Expressões, 2015. 152p.
______. Relações sociais de sexo, “raça”/etnia e classe: uma análise feminista-materialista. In: Temporalis, Brasília, 14, n. 28, p. 133-149, jul./dez. 2014.
DAVIS, Ângela. Mulheres Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
DEVREUX, Anne-Marie. A teoria das relações socais de sexo: um quadro de análise sobre a dominação masculina. In: Sociedade e Estado, Brasilia, v. 20, n 3, p. 561-584, set./dez. 2005.
DURANS, Claudicea. Mulher Negra: trajetória de opressão e resistência, in: Raça & Classe. Teoria Política e Revolucionária, n, 3, 2015.
ENGLES, F. A origem da Família, da propriedade Privada e do Estado. In. Estágios pré-históricos de cultura; A família; tradução de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 16ªed, 2002.
FERREIRA, Mary. OS BASTIDORES DA TRIBUNA: Mulher, Política e Poder no Maranhão. 2006. 272 f. Tese (Doutorado em Sociologia) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2006.
_________ [et. al.]. Direitos iguais para sujeitos de direito: empoderamento de mulheres e combate à violência doméstica. São Luís: EDUFMA: Fórum Estadual de Mulheres, 2016.
GOHN, M. da G. Teoria dos movimentos sociais paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 1997.
GUIRALDELLI, Reginaldo; ENGLER, Helen Barbosa Raiz. As Categorias Gênero E Raça/Etnia como Evidências da Questão Social: Uma Reflexão no âmbito do Serviço Social. Serviço Social & Realidade, Franca, v. 17, n. 1, 2008, p. 248-267.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009. IBGE, 2009.
_____. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua consolidado de primeiras entrevistas. 2012. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/trabalho/9221-sintese-de-indicadores-sociais.html?=&t=resultados>. Acesso em 6 abr. 2018.
LEFEBVRE, Henri. A produção do espaço. Trad. Doralice Barros Pereira e Sérgio Martins (do original: La production de l’espace. 4e éd. Paris: Éditions Anthropos, 2000). 2006. Disponível em: http://www.mom.arq.ufmg.br/mom/arq_interface/1a_aula/A_producao_do_espaco.pdf. Acesso em 13 fev. 2017.
MANDEL, Ernest. Teoria Marxista do Estado. Lisboa: Edições Antídoto, 1977. Disponível em: <http://www.marxists.org/portugues/mandel/ano/mes/teoria.htm>. Acesso em 20 mai. 2017.
MORENO, Vicenta; MORNAN, Debaye. ¿Y el Derecho a la Ciudad? Aproximaciiones al racismo, la dominación patriarcal y las estratégias de resistência en Cali, Colombia. Revista CS [em linea], 2015. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=476347228005>. Acesso em 6 abr. 2018.
MORENO, Cristina; MUÑOZ, Ofir. De la Esclavitud a la Servidumbre: Mujeres negras, Dominación patriarcal y Empleo doméstico en Cali. In: BIDASECA, Karina (comp.). Feminismos y poscolonialidad 2. Ediciones Godot. 2016.
PNUD Colombia. Los afrocolombianos frente a los objetivos de desarrollo del milenio. Disponível em: <http://www.undp.org/content/dam/colombia/docs/ODM/undp-co-odmafrocolombianos-2012.pdf>. Acesso em 6 abr. 2018.
RIAL, Carmen; LAGO, Mara Coelho de Souza; GROSSI, Miriam Pillar. Relações sociais de sexo e relações de gênero: entrevista com Michèle Ferrand. Rev. Estud. Fem., Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 677-690, Dec. 2005 . Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2005000300013>. Acesso em 6 abr. 2018.
SILVA, Maria Nilza Da. O Negro no Brasil: um problema de raça ou de classe? In: Revista Mediações, Londrina, v.5, n.2, jul/dez. 2000, p, 99-124.
VIVEROS, Vigoya, Mara. La interseccionalidade: una aproximación situada a la dominación. In: Debate Feminista. 52. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1016/j.df.2016.09.005>. Acesso em 6 abr. 2018.

Publicado

2020-07-20

Como Citar

MAÑUNGA-ARROYO, A. P. Mujeres negras y feminismo afrodiasporico en la agenda Brasil-Colombia. Geopauta, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 167-188, 2020. DOI: 10.22481/rg.v4i2.6531. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/geo/article/view/6531. Acesso em: 20 out. 2020.

Edição

Seção

Artigos de demanda Contínua