Notas sobre as plantas de Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector, em diálogo com outras artes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.18272

Palavras-chave:

Clarice Lispector, Imaginário botânico, Literatura e Artes Visuais, Virada vegetal, Ecopoética, Teoria Crítica Contemporânea

Resumo

O presente ensaio visa refletir sobre as plantas no romance Perto do coração selvagem (1943), de Clarice Lispector. Meu intuito é enfatizar nas imagens vegetais certos entrosamentos artísticos rumo ao desadormecer dos sentidos, representado pela personagem Joana. Para isto, realizarei uma análise interartes, em que o imaginário botânico funciona como chave das descobertas de mundos, das aberturas de questões e animador da própria vida livre e selvagem. Para este estudo, recorri às reflexões de Bataille (2022), Moraes (2017), Nascimento (2017), Librandi (2020), Didi-Huberman (2020), Cixous (2022).

 

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Biografia do Autor

Fabrício Lemos da Costa, Universidade Federal do Pará

Doutor em Letras (Estudos Literários) pela Universidade Federal do Pará (2025), Mestre em Letras (Estudos Literários) pela Universidade Federal do Pará (2021), Graduado em Letras (Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Pará (2012). Professor da Rede Estadual de Ensino, Secretaria de Estado da Educação do Amapá (SEED/AP).

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Publicado

31.07.2026

Como Citar

COSTA, Fabrício Lemos da. Notas sobre as plantas de Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector, em diálogo com outras artes. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 505–519, 2026. DOI: 10.22481/folio.v17i1.18272. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/18272. Acesso em: 6 ago. 2026.

Edição

Seção

interfaces: estudos de teoria e literatura