Olhar dos muros da cidade: uma cartografia discursiva do infraordinário

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.18734

Palavras-chave:

Pichação, Discurso urbano, Olhar, Análise de discurso, Infraordinário, Ideologia neoliberal

Resumo

Como olhar e ver aquilo que nos rodeia? Interpelados pela ideologia neoliberal que nos diz que precisamos ser donos do nosso próprio destino, que somos os responsáveis por aquilo que nos acontece, que não há tempo a desperdiçar, estamos sempre correndo atrás de algo, com pressa. Em um desses dias comuns, vivendo o “infraordinário” enquanto ia para a universidade, flagrei em um muro pelo caminho: Olhar. Então olho e vejo, em um segundo de atenção ao momento presente. Parece que a cidade fala, me diz alguma coisa. Uma pichação, em um muro qualquer da cidade de Chapecó (SC). Olhar. Paro e olho, e a partir dessa minha relação com esse discurso verbal, mas também imagético, começo a produzir sentidos. Qual a diferença entre olhar e ver? Vejamos então por onde meu olhar irá me guiar.

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Biografia do Autor

Bianca Obregon Fazioni, Universidade Federal da Fronteira Sul

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) campus Chapecó (SC). E-mail: biancaobregon0@gmail.com

Valdir Prigol, Universidade Federal da Fronteira Sul

Professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) campus Chapecó (SC). Doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). E-mail: valdirprigol@uffs.edu.br

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Publicado

31.07.2026

Como Citar

FAZIONI, Bianca Obregon; PRIGOL, Valdir. Olhar dos muros da cidade: uma cartografia discursiva do infraordinário. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 262–278, 2026. DOI: 10.22481/folio.v17i1.18734. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/18734. Acesso em: 6 ago. 2026.

Edição

Seção

DOSSIÊ: Arte, Literatura, Discurso - Narrativas em Alteridade