Regímenes discursivos de denuncia del racismo algorítmico en la Algorithmic Justice League y el Proyecto Desvelar

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.18984

Palabras clave:

Regimes discursivos, Racismo algorítmico, Justiça algorítmica, Colonialidade digital, Inteligência artificial, Epistemologias decoloniais

Resumen

Este artículo analiza comparativamente cómo la Algorithmic Justice League (AJL) y el Proyecto Desvelar (PD) construyen regímenes discursivos de denuncia del racismo algorítmico en sus contextos sociotécnicos. La base teórica articula a Mbembe (2002), Mudimbe (1988) y Ndlovu-Gatsheni (2018) para comprender la producción situada de regímenes discursivos de conocimiento y crítica tecnológica. Metodológicamente, se realiza un análisis discursivo comparativo de los contenidos institucionales de los dos portales, recogidos en octubre de 2025, examinando cuatro dimensiones: régimen de nominación, estrategias de legitimación, articulación entre conocimiento y movilización, y horizonte epistémico. Los resultados muestran que ambas articulan ciencia, activismo y justicia social a partir de matrices distintas, produciendo diferentes horizontes de inteligibilidad y transformación sociotécnica de la inteligencia artificial.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Júlio Araújo, Universidade Federal do Ceará

Professor Titular da Universidade Federal do Ceará (UFC) e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Leciona no Departamento de Letras Vernáculas, integra o corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística e coordena o grupo de pesquisa DIGITAL (Discursos & Digitalidades) e o Laboratório de Letramentos e Escrita Acadêmica. Realizou estágios de pós-doutorado em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Humanidades pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Foi vice-presidente da Associação de Linguística Aplicada do Brasil (ALAB) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Hipertexto e Tecnologia Educacional (ABEHTE) no biênio 2009-2011. Co-fundador do GT de Linguagem e Tecnologias da ANPOLL, atuou como seu coordenador entre 2012 e 2014, além de integrar os conselhos consultivos da ALAB e da ABEHTE.

Carolina Sales, Universidade Federal do Ceará

Bolsista de Iniciação Científica CNPq, está cursando Letras Português-Espanhol e suas respectivas literaturas na Universidade Federal do Ceará (UFC). É integrante do grupo de pesquisa Discursos e Digitalidades (DIGITAL) e do Laboratório de Escrita Acadêmica (LEA). Participou, anteriormente, dos projetos Español Al Día e Español En Serie, onde fez a catalogação e análise de expressões idiomáticas presentes em mídias audiovisuais produzidas em língua espanhola. Agora é pesquisadora no projeto Inteligência Artificial e Racismo Algorítmico (IARA), que aprofunda a investigação das formas de enfrentamento e denúncia ao racismo algorítmico. Seus interesses são: sociolinguística, letramento racial, racismo algorítmico, linguística aplicada e idiomas.

Citas

ALI, Sayed Mustafa. Algorithmic racism: a decolonial critique. Milton Keynes: The Open University, 2016. Disponível em:

https://www.academia.edu/14124452/Algorithmic_Racism_A_Decolonial_Critique

Acesso em: 27 jan. 2026. Acesso em: 17 ago. 2025.

ALI, Sayed Mustafa. Decolonizing information narratives: entangled apocalyptics, algorithmic racism and the myths of history. In: IS4SI Summit 2017: Digitalisation for a Sustainable Society. Gothenburg, 2017. Proceedings, v. 1, n. 3, p. 50. DOI: 10.3390/IS4SI-2017-03910. Disponível em: https://www.mdpi.com/2504-3900/1/3/50. Acesso em: 17 ago. 2025.

AUTOR, 2025

BENJAMIN, Ruha. Race after technology: abolitionist tools for the New Jim Code. Medford: Polity Press, 2019.

BIJKER, Wiebe E. How is technology made? That is the question! Cambridge Journal of Economics, v. 34, n. 1, p. 63–76, 2010. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/46513419_How_is_Technology_Made-That_is_the_Question. Acesso em: 22 fev. 2026.

BUOLAMWINI, Joy.; GEBRU, Timnit. Gender Shades: intersectional accuracy disparities in commercial gender classification. Proceedings of Machine Learning Research, v. 81, p. 1-15, 2018. Disponível em: https://proceedings.mlr.press/v81/buolamwini18a/buolamwini18a.pdf. Acesso em: 13 fev. 2025.

FAIRCLOUGH, Norman. Analyzing discourse: textual analysis for social research. London: Routledge, 2003.

FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. 5. ed. São Paulo: Loyola, 1996.

JASANOFF, Sheila. States of knowledge: the co-production of science and social order. In: JASANOFF, S. (ed.). States of knowledge: the co-production of science and social order. London: Routledge, 2004. p. 1-12. Disponível em: https://law.unimelb.edu.au/__data/assets/pdf_file/0009/1822626/Jasanoff%2C-States-of-Knowledge-Chapter-1.pdf. Acesso em: 22 fev. 2026.

MBEMBE, Achille. African modes of self-writing. Public Culture, Durham, v. 14, n. 1, p. 239-273, 2002. Disponível em: https://web.english.upenn.edu/~cavitch/pdf-library/Mbembe_African_Modes_of_Self_Writing.pdf. Acesso em: Acesso em: 13 fev. 2025.

MBEMBE, Achille. On the postcolony. Berkeley: University of California Press, 2001.

MUDIMBE, Valentin Y. The invention of Africa: gnosis, philosophy, and the order of knowledge. Bloomington: Indiana University Press, 1988. Disponível em: https://files.libcom.org/files/zz_v._y._mudimbe_the_invention_of_africa_gnosis_pbook4you_1.pdf. Acesso em: 22 fev. 2026.

NDLOVU-GATSHENI, Sabelo J. Epistemic freedom in Africa: deprovincialization and decolonization. London: Routledge, 2018. Disponível em: https://library.oapen.org/bitstream/handle/20.500.12657/41376/9781138588578_oachapter1.pdf. Acesso em: 22 fev. 2026.

NOBLE, Umoja Safiya. Algoritmos da opressão: como o Google fomenta e lucra com o racismo. Tradução: Felipe Damorim. Santo André: Rua do Sabão, 2021.

O’NEIL, Cathy. Algoritmos de destruição em massa: como o Big Data aumenta a desigualdade e ameaça à democracia. Tradução Rafael Abraham. Santo André: Rua do Sabão, 2020.

SILVA, Tarcízio. Newsletter Desvelar: conhecimento sobre tecnologia e sociedade. 2020. Disponível em: https://tarciziosilva.com.br/blog/newsletter-desvelar-conhecimento-sobre-tecnologia-e-sociedade/. Acesso em: 22 fev. 2026.

SILVA, Tarcízio. Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais. São Paulo: Edições Sesc, 2022.

STAR, Susan Leigh. The ethnography of infrastructure. American Behavioral Scientist, v. 43, n. 3, p. 377-391, 1999. Disponível em: https://ics.uci.edu/~wscacchi/GameLab/Recommended%20Readings/ethnography-infrastructure-Star-1999.pdf. Acesso em: 22 fev. 2026.

Publicado

2026-07-31

Cómo citar

ARAÚJO, Júlio; SALES, Carolina. Regímenes discursivos de denuncia del racismo algorítmico en la Algorithmic Justice League y el Proyecto Desvelar. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 583–607, 2026. DOI: 10.22481/folio.v17i1.18984. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/18984. Acesso em: 6 ago. 2026.

Número

Sección

Confluencias: Estudios Lingüísticos y Aplicados