LIRISMO E MELANCOLIA: UMA ANÁLISE DE DOIS POEMAS DE RUY ESPINHEIRA FILHO
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v11i1.5083Resumen
Este artigo, de cunho ensaístico, tem como objetivo principal analisar dois poemas de Ruy Espinheira Filho, “Noite de maio” e “Flor de junho”. Os poemas integram o livro Elegia de agosto e outros poemas, publicado em 2005, e ilustram algumas características que são comumente observadas na poesia desse autor, tais como o tratamento melancólico e nostálgico dado à passagem do tempo. Dentre as principais características da obra de Ruy Espinheira Filho, escolhemos ler os dois poemas sob a ótica do lirismo e da melancolia tendo como base as teorias de Hegel (1993) e de Emil Staiger (1993). Propomos observar o modo como o poeta configura uma subjetividade dotada de melancolia e discutir como essa subjetividade contribui para a configuração do lirismo nesses dois poemas.
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Hegel GAF. II A poesia lírica. In: Hegel GAF. Estética. Ribeiro Á, Vitorino O, tradutores. Lisboa: Guimarães Editores; 1993.
Espinheira Filho R. Elegia de agosto e outros poemas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 2005.
Espinheira Filho R. Estação infinita e outras estações – poesia reunida. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 2012.
Staiger E. Conceitos fundamentais da poética. Galeão CA, tradutora. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; 1997.
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