A REINVENÇÃO DO DETETIVE EM TEMPOS PÓS-UTÓPICOS

Auteurs-es

  • Marta Maria Rodiguez Nebias Rodiguez Nebias Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)

Résumé

Este artigo objetiva analisar a figura do detetive na narrativa brasileira contemporânea, mais especificamente, dos personagens Mandrake e Espinosa. Foram selecionados como corpus dois romances policiais: A grande arte, de Rubem Fonseca e Perseguido, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, tendo por base o termo pós-utópico, criado por Haroldo de Campos para definir os tempos atuais.

   

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Biographie de l'auteur-e

Marta Maria Rodiguez Nebias Rodiguez Nebias, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)

Mestranda em Literatura Brasileira pela UERJ, Departamento de Letras.

   

Références

Albuquerque PM. O mundo emocionante do romance policial. Rio de Janeiro: Francisco Alves; 1979.

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Todorov T. Tipologia do romance policial. In: Todorov T. As estruturas narrativas. São Paulo: Perspectiva; 1970.

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Publié-e

2018-04-11

Comment citer

NEBIAS, Marta Maria Rodiguez Nebias Rodiguez. A REINVENÇÃO DO DETETIVE EM TEMPOS PÓS-UTÓPICOS. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 2, n. 2, 2018. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/3598. Acesso em: 25 mai. 2026.