O HOMEM NEGRO NA DIÁSPORA

POÉTICAS DO RAP EM LÍNGUA PORTUGUESA

Authors

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v14i2.12275

Keywords:

Homem negro, Rap, Masculinidades, Língua portuguesa

Abstract

O presente artigo tem como objetivo discutir expressões das masculinidades negras a partir da poética do rap em comunidades de falantes de língua portuguesa.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Silvana Carvalho da Fonseca, Federal University of Recôncavo da Bahia

Doutora em Teorias e Críticas da Literatura e Cultura, com ênfase em estudos comparados entre Brasil, Angola e Portugal pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco. É professora de Culturas e Literaturas africanas de língua portuguesa da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Líder do grupo de pesquisa " PoÉticas Periféricas: África contemporânea, diáspora negra, descolonização do pensamento e memória nas literaturas de língua portuguesa. Coordena o programa de ex-tensão "PoÉticas Periféricas e Produções de Vida no Recôncavo da Bahia" na UFRB e a coleção "DasPretas", pela editora Segundo Selo, que tem como foco a publicação de mulheres negras no Brasil. Desenvolve pesquisa voltada para Expressões Periféricas em língua portuguesa, Literaturas Africanas de língua portuguesa, a partir das relações entre experiência histórica e experiência estética, com foco principal em inscrições de gênero, raça e classe.

References

Beirão L. Sou eu mais livre então: diário de um preso político angolano. Lisboa: Tinta da China; 2016.

Bernardino-Costa J, Maldonado-Torres N, Grosfoguel R (Orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica; 2019.

Bernardino-Costa J, Grosfoguel R. Decolonialidade e perspectiva negra. Rev Soc Estado. 2016; 31(1).

Butler J. A reivindicação da não violência. In: Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; 2015.

Butler J. Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade. 8. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; 2015.

Butler J. Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; 2015.

Connell RW, Messerschmidt JW. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. Rev Estud Fem. 2013; 21(1).

Cuti. Literatura negro-brasileira. São Paulo: Selo Negro; 2010.

Davis A. A liberdade é uma luta constante. São Paulo: Boitempo; 2018.

Davis A. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo; 2016.

Fanon F. Os condenados da terra. Juiz de Fora: Editora UFJF; 2010.

Fanon F. Peles negras, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA; 2008.

Fanon F. Em defesa da revolução africana. Lisboa: Sá da Costa; 1969.

Faustino DM. O pênis sem o falo: algumas reflexões sobre homens negros, masculinidades e racismo. In: Blay EA (Org.). Feminismos e masculinidades: novos caminhos para enfrentar a violência contra a mulher. São Paulo: Cultura Acadêmica; 2014. p. 75-104.

Fernandes LAB. Afinal o que querem os homens?: um estudo da masculinidade [tese]. Araraquara: Universidade Estadual Paulista; 2011.

Gonzalez L. Por um feminismo Afro-latino-americano. Cad Form Polít Círc Palmarino. 2011; (1).

Louro GL. Pedagogias da sexualidade. In: Louro GL (Org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica; 1999.

hooks b. Escolarizando homens negros. Rev Estud Fem. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br.

hooks b. Ensinando a transgredir: a educação como prática de liberdade. São Paulo: Martins Fontes; 2013.

Mattos CS. No ritmo neurótico: cultura funk e performances proibidas em conto de violência no Rio de Janeiro [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 2006.

Mbembe A. Crítica da razão negra. São Paulo: n-1 edições; 2018.

Mbembe A. Necropolítica. São Paulo: n-1 edições; 2018.

Pinho OSA. Etnografias do brau: corpo, masculinidade e raça na reafricanização em Salvador. Rev Estud Fem. 2005; 13(1): 127-145.

Pinho OSA. O mundo negro: hermenêutica crítica da reafricanização em Salvador. Curitiba: Progressiva; 2010.

Pinho O. Qual é a identidade do homem negro?. Democr Viva. 2004; (22).

Quijano A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: Lander E (Org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; 2005.

Ribeiro AAM, Faustino DM. Negro tema, negro vida, negro drama: estudos sobre masculinidades negras na diáspora. Rev Transversos. 2017; (10): 163-182.

Souza ALS. Letramentos de reexistência: poesia, grafite, música, dança: hip hop. São Paulo: Parábola; 2011.

Souza NS. Tornar-se negro. Rio de Janeiro: Graal; 1983.

Sodré M. Claros e escuros: identidade, povo e mídia no Brasil. 3. ed. Petrópolis: Vozes; 2000.

Published

2023-05-05

How to Cite

FONSECA, Silvana Carvalho da. O HOMEM NEGRO NA DIÁSPORA: POÉTICAS DO RAP EM LÍNGUA PORTUGUESA. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 187–203, 2023. DOI: 10.22481/folio.v14i2.12275. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/15311. Acesso em: 25 may. 2026.

Issue

Section

Interfaces: Literary and Comparative Studies