Eticidad de la estética
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v16i1.16943Palavras-chave:
Agonia, Estética, Liberdade, Resistência, SilêncioResumo
Este artigo relaciona o fim da arte com o fim da metafísica ou a decadência do humanismo eurocêntrico e aborda a estética crítica a partir de um contexto social pós-colonial. O fim da arte, tal como assumido no pensamento pós-moderno, aponta para a decadência do humanismo como resultado de uma metafísica limitada; tal metafísica é incapaz de mostrar um "além" dos limites impostos pelo positivismo da ciência e da tecnologia. É por meio da manipulação, negação e imposição de um critério cultural do sistema hegemônico que a morte da arte é representada em silêncio, com uma atitude niilista por parte do artista, que permanece aprisionado e inativo para a prática política. O oposto do niilismo inativo é a práxis da libertação.
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