TEMPO DE IMPERMANÊNCIA: TEATRO EM PENITENCIÁRIAS FEMININAS

Autores

  • Tatiana Cardoso da Silva
  • Eduardo Cristiano Hass da Silva

DOI:

https://doi.org/10.22481/recuesb.v6i11.5888

Palavras-chave:

extensão acadêmica, penitenciarias femininas, teatro

Resumo

Este artigo apresenta o projeto: “Tempo de Impermanência: Teatro em Penitenciárias Femininas do Rio Grande do Sul”, ação de extensão proposta por professora e alunos do curso de Graduação em Teatro: Licenciatura, da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. O projeto tem como foco ações teatrais direcionadas a dois presídios da 1ª Delegacia Penitenciária Regional do Estado do Rio Grande do Sul, sendo a Penitenciária Modulada de Montenegro (PMM) e o Presídio Estadual Feminino de Torres (PEFT). Ao longo do texto são discutidas a invisibilidade do encarceramento feminino e as possibilidades de realização de ações teatrais dentro das penitenciárias, bem como são apontados alguns dos caminhos a serem percorridos pelo projeto, e parte dos resultados já obtidos. O projeto aqui apresentado sustenta-se na possibilidade de atuação teatral em espaços não convencionais e na indissociabilidade entre: ensino, pesquisa e extensão, no meio acadêmico, dialogando com autores como Brook (1995), Maria da Gloria Gohn (2004) e Henri Bergson (2006).

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Publicado

2019-12-21

Como Citar

SILVA, Tatiana Cardoso da; SILVA, Eduardo Cristiano Hass da. TEMPO DE IMPERMANÊNCIA: TEATRO EM PENITENCIÁRIAS FEMININAS. Revista Extensão & Cidadania, [S. l.], v. 6, n. 11, p. 15, 2019. DOI: 10.22481/recuesb.v6i11.5888. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/recuesb/article/view/5888. Acesso em: 7 dez. 2025.

Edição

Seção

Artigos e Relatos de Experiência