Para além da consciência fonológica: oralidade e o ensino da língua escrita nos anos iniciais do EF
DOI:
https://doi.org/10.29327/232521.9.1-13Palavras-chave:
Alfabetização, Sistema Alfabético, Oralidade, Consciência FonológicaResumo
O processo de alfabetização necessita que a criança alcance o nível de relação fonema-grafema, a fim de que possa se apropriar do sistema alfabético de escrita, entrando nesse “jogo” a consciência fonológica. Porém, sabemos que ela não é a “varinha mágica” que transforma nossas crianças em leitores fluentes. Entre críticas e reducionismos de que a consciência fonológica se torne um processo meramente mecânico e que não leva ao desenvolvimento da escrita e da leitura em todo seu potencial, entendemos que há diferentes formas de lidar com essas habilidades no processo de ensino-aprendizagem. O que mais precisa estar em jogo quando se aprende a ler e a escrever, junto com o desenvolvimento da consciência fonológica e do ensino das relações fonema-grafema? Este foi tema de Simpósio na 8ª Jornada de Alfabetização que, através de relatos de experiência e pesquisas, abordou como tratar da consciência fonológica em sala de aula, de forma integrada aos demais níveis de linguagem e aprendizagem, para se chegar à efetiva apropriação do sistema de escrita e de compreensão leitora nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
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