Diálogos ladinoamericanos: experiencias desde Brasil y Mozambique
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v10i2.18214Palabras clave:
Asociaciones de mujeres, Brazil, Educación, MozambiqueResumen
Este texto lo escribieron dos mujeres negras, residentes en Mozambique y en Brasil, a partir de presentaciones realizadas durante una mesa redonda. Su objetivo era discutir lo experienciado por mujeres negras en articulación con lo vivido por las ponentes. En la actual versión, el artículo, bajo un tono narrativo, profundiza el debate sobre las incidencias de las teorías feministas negras en territorios alejados de los grandes centros y dilucida la vitalidad de las luchas feministas en diferentes contextos. Ponemos relieve en las experiencias de dos colectivos de mujeres, a saber, el Coletivo Pretas da Dió (Vitória da Conquista/BA) y la Associação Sororidade Moçambique (SOMO/MZ), que luchan para que mujeres negras tengan educación e información como posibilidades para mejorar sus vidas, ya sea a través del ingreso a la educación básica y la finalización del ciclo escolar, o del ingreso, permanencia y finalización de la educación superior, respectivamente, así como la posibilidad de que las mujeres se unan en asociaciones y se beneficien de la formación en materia de defensa de sus derechos, como sujetas con agencia en sus vidas. Para el caso de Mozambique, abordamos, incluso, la problemática del sexismo en la educación y la forma como las lenguas impregnan las cuestiones de género, educación, discurso y poder.
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