Hostile Racism: how white children learn to be racist
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v11i1.18588Keywords:
Hostile Racism, Structural Racism, Racism in childhood, White child, Anti-racist EducationAbstract
This article aims to develop the concept of Hostile Racism in order to understand how white children learn to be racist. This conceptual category seeks to elucidate the racial dynamics in the dimension of white childhood, often overlooked by ethnic-racial studies, which contributes to the reproduction of the idea that whiteness represents a neutral, universal condition exempt from analysis. This work is necessary because the common belief that there is no racism among children and that white children cannot be racist still persists, contradicting research that demonstrates the reproduction of racist practices from childhood. It is a bibliographic research with a theoretical-critical character, situated in the field of Ethnic-Racial Studies and Education, based on the thematic analysis of literature related to the concepts of structural racism, racism in childhood, whiteness, racial socialization, and anti-racist education. It is concluded that the white child is not born racist. However, when born into a society marked by racism, the white body becomes a host for this virus. In this way, the concept of Hostile Racism proved to be appropriate to elucidate that it is a structurally racist society that develops the potential that the white child carries to be racist.
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