Lo Femenino y lo Místico como identidad de Guinea-Bissau en la poética de Odete Semedo “NO FUNDO DO CANTO”
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v7i1.10364Palabras clave:
Femenino, Místico, Lengua, Identidad, Guinea BisáuResumen
El lugar de la mujer en la cultura y tradiciones africanas, en especial de los pueblos bantúes, ha sido un desafío, ya que por un lado tenemos la ancestralidad que manifiesta la cultura y por otro la modernidad que trae occidente a través de la colonización o interacción. con otras personas El objeto de esta investigación es el estudio del libro “No Fundo do Canto” de Odete Semedo, con el propósito de analizar la representación de lo femenino y lo místico como identidad cultural de Guinea-Bissau. Se trata de una investigación de enfoque cualitativo, con objetivo descriptivo-exploratorio y procedimiento documental. En cuanto a los procedimientos metodológicos, identificamos extractos de nueve poemas de la obra "No Fundo do Canto" que se refieren a lo femenino y lo místico como marcas de identidad de Guinea-Bissau a través de los significados construidos a través de la lengua criolla, en particular. El corpus se analizó a la luz de teóricos de la talla de Augel (2005), Hall (2006), Semedo (2011), Bâ (1982), Cá y Timbane (2021) y Manuel y Timbane (2018). Se concluyó que la presencia femenina está ligada a la mística y refiere al poder femenino, así como demuestra características culturales de Guinea-Bissau, teniendo la lengua como proveedora de formaciones léxico-semánticas que remiten a las culturas del país.
Descargas
Citas
AUGEL, Moema Parente. O desafio do escombro: a literatura guineense e a Narração da nação. 2005. 387p. (Tese) Doutorado em Literatura Portuguesa, na especialidade das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa). Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005.
COUTO, Hildo Honório do; EMBALO, Filomena. Literatura, língua e cultura na Guiné-Bissau: um país da CPLP. Brasília: Editora Thesaurus, nº20, 2010.
DEUS, Paula Lilian Serra; CARVALHO, Wellington Marçal de. A literatura em Guiné- Bissau. LiterÁfricas. 2021. Disponível em: www.letras.ufmg.br/LiterÁfricas/literaturada.
FERREIRA, Manuel. A aventura moderna do português em África. Discursos, Vol. 9, p.139-153, 1995.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
INTIPE, Bernardo Alexandre; TIMBANE, Alexandre António. O papel do kriol nas narrativas guineenses: aspectos sócio-históricos. Revista Coralina. Cidade de Goiás, vol.1, n. 2, p. 36-46, jul. 2019.
LEITE, Joaquim Eduardo Bessa da Costa. A literatura guineense: contribuição para a identidade da nação. 2014. (Tese) Doutoramento em Letras, área de Línguas e Literaturas Modernas, especialidade de Literaturas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Coimbra, 2014.
MANUEL, Cátia; TIMBANE, Alexandre António. O crioulo da guiné-bissau é uma língua de base portuguesa? embate sobre os conceitos. Revista de Letras Juçara, Caxias, Maranhão, v. 02, n. 02, p. 107-126, dez. 2018. https://doi.org/10.18817/rlj.v2i2.1758
MEY, L. Jacob. SIGNORINI, Inês (Org.). Língua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo aplicado - Campinas, SP: Mercado de Letras; São Paulo: FAPESP, 1998, p 7-89.
NAMONE, Dabana; TIMBANE, Alexandre António. Tensão entre escrita e oralidade no ensino-aprendizagem do português na etnia balanta brassa (Tombali) da Guiné Bissau. Revista Entre parênteses. Alfenas- MG., vol.1, nº7, s.p., p. 2018. https://doi.org/10.32988/rep.v1i7.846
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Manual de pesquisa em estudos linguísticos. São Paulo: Parábola, s.d.
PRANDI, Reginaldo. Ilustrador Pedro Rafael. Ifá, o Adivinho. São Paulo. Companhia das Letrinhas, 2002.
SEMEDO, Odete Costa. Guiné- Bissau: história, culturas, sociedade e literatura. Belo Horizonte: Nadyala, 2010.
HAMPATÊ-BÂ. Tradição Viva. In: KI- ZERBO, Joseph (Coord.). História Geral da África. S. Paulo: Ática; Paris: UNESCO, V. I. Metodologia e pré-história da África. 1982.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11.ed. Tradução de Thomaz Tadeu da Silva, Guraciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Ed. DP e A. 2006.
MALDONADO-TORRES, Nelson. On the coloniality of being: contributions to the development of a concept. Cultural Studies. Taylor & Francis, vol. 21, nº 2 e 3, p.240-270, mar./mai. 2007. https://doi.org/10.1080/09502380601162548
SANTOS, Gersiney. Linguagem e Decolonialidade: discursos e(m) resistência na trilha da aquilombagem crítica. In: RESENDE, Viviane de Melo. (Org.). Decolonizar os estudos críticos do discurso. Campinas, SP: Pontes Editores, 2019.
SANTOS, Ivonete da Silva; TIMBANE, Alexandre António. A identidade linguística brasileira e portuguesa: duas pátrias, uma mesma língua. Curitiba: Appris, 2020.
SEMEDO, Odete Costa. No fundo do canto. Belo Horizonte: Nandyala, 2007.
SILVA, Elen Karla Sousa da.; CARDOSO, Sebastião Marques. Conceição Evaristo: da mulher negra à escritora. Afro-Ásia, vol.59, p. 77-101, 2019. https://doi.org/10.9771/aa.v0i59.22702
SILVA, Elen Karla Sousa da.; CONTE, Daniel. O vaivém das memórias em olhos d’água, de Conceição Evaristo. Fólio-Revista de Letras. Vitória da Conquista. Vol.11, nº2, p.423- 434. jul./dez.2019. https://doi.org/10.22481/folio.v11i2.5527
TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em Educação. São Paulo: Atlas, 1987.
VICENTE, José Gil; TIMBANE, Alexandre António. Políticas públicas e linguísticas: estratégias e desafios no combate às desigualdades sociais em Moçambique. Revista Brasileira de Estudos Africanos.vol.2, nº4, p.114-140, jul./dez.2017. https://doi.org/10.22456/2448-3923.75794
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 ODEERE

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Usted es libre de:
Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato; Adaptar — remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente. Esta licencia es aceptable para Obras Culturales Libres. La licenciante no puede revocar estas libertades en tanto usted siga los términos de la licencia.
Bajo los siguientes términos:
Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
No hay restricciones adicionales — No puede aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que restrinjan legalmente a otras a hacer cualquier uso permitido por la licencia.