Camiños de la Educación Escolar Indígena entre los países colonizados por Inglaterra y sus diferencias

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v7i2.10860

Palabras clave:

Educación, Educación Escolar Indígena, Escuela, Inglaterra

Resumen

En este artículo analizaremos los camiños de la educación escolar indígena (EEI) en tres países colonizados por Inglaterra. Tuvo como objetivo utilizar la EEI como antecedente para analizar las discrepancias en la conducta de la educación escolar, relatando hechos históricos importantes para la EEI. Se realizó un estudio bibliográfico sobre la EEI en los países de estudio y se elaboró una cronología de tiempos. El enfrentamiento al apartheid y al racismo provocó retrasos en la gestión de la EEI y el protagonismo de los indígenas en la gestión de la EEI.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Paulo Roberto Vilarim, Universidade de Coimbra - Coimbra, Portugal

Professor de Física do IFMS/CG. Bacharel em Física na Universidade Estadual de Maringá (UEM), Licenciado em Física na UTFPR, Mestre em Física da Matéria Condensada na UEM e Doutorando em História da Ciência e Educação Científica pela Universidade de Coimbra (UC). E-mail: paulo.vilarim@ifms.edu.br

Décio Ruivo Martins, Universidade de Coimbra - Coimbra, Portugal

Doutor em História e Ensino da Física pela Universidade de Coimbra. Tem diversos trabalhos publicados sobre História da Ciência e Etnociência. Pertenceu à Comissão científica do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. É coordenador do Curso de Doutoramento em História das Ciências e Educação Científica da Universidade de Coimbra. CFisUC - Centro de Física da Universidade de Coimbra E-mail: decio.r.martins@gmail.com

Sérgio Paulo Jorge Rodrigues, Universidade de Coimbra - Coimbra, Portugal

Doutor em química e professor da Universidade de Coimbra. A sua área de investigação é a química teórica e computacional e as suas aplicações em química ambiental, astroquímica e química medicinal. Tem também interesse pelo ensino e história da química, assim como pela divulgação e comunicação de ciência. Universidade de Coimbra, CQC, Departamento de Química. E-mail: spjrodrigues@gmail.com

Citas

Australian Dictionary of Biography, Lock, Maria (c.1805-1878). 2006.

BARRINGTON, J., BEAGLEHOLE, T. Escolas Māori em uma sociedade em mudança. Wellington: Conselho de Pesquisa Educacional da Nova Zelândia. 1974.

BATESON, C., The convict ships, 1787-1868. North Sydney, N.S.W.: Library of Australian History, 2004.

BOLAND, F., History of Indigenous Education. Disponível em http://bookbuilder.cast.org/view_print.php?book=20995 acesso em 26 de fev 2021. 2009.

BRAGANÇA, A. de; DEPELCHIN, J. Da Idealização da FRELIMO á Compreensão da História de Moçambique, Estudos Moçambicanos, (5/6), 29-52. 1986.

BROOK, J. KOHEN, JL. The Parramatta Native Institution and the Black Town: a history. Kensington, NSW: NSW University Press, 1991.

CASTILLO CARDENAS, G. Teologia da Libertação de abaixo: A vida e o pensamento deManuel Quintín Lame. Nova York: Orbits Books, Maryknoll. 200 pp,1987.

CAZDOW, A. A., NSW Aboriginal Education Timeline 1788-2007, 2007.

CROSS, R., American Indian Education: The Terror of History and the Nation’s Debt to the Indian Peoples. University of Arkansas em Little Rock Law Review 21: 4, 963. 1999.

DELORIA, Jr. V., Red Earth, White Lies: Native Americans and the Myth of Scientific Fact. Golden: Fulcrum Publishing. 1997.

DILOLWA, C. R. Contribuição à história económica de angola. O. E. Imprensa Nacional de Angola, 1978.

ELSMORE, B. Como aqueles que sonham: o Māori e o Antigo Testamento. Tauranga: Tauranga Moana Press., 1985.

FLETCHER, J.J., Clean, Clad and Courteous: A History of Aboriginal Education in NSW., 1989.

FOUCAULT, M. Conhecimento/poder. New York, NY: Pantheon Books, 1980.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

HUNN, J. K., Relatório do Departamento de Assuntos Maori: com estatísticas suplemento, 24 de agosto de 1960. Wellington: Impressora do governo, 1961.

JONES, A.; JENKINS, K. He kōrero: Palavras entre nós: Primeiro Māori Conversas Pākehā no papel. Wellington: Huia Publishers, 2011.

New Zealand. Ministry of Education, Pasifika Education Plan Monitoring Report: 2010. Wellington: Ministry of Education., 2012.

NSW DET; AECG., The Report of the Review of Aboriginal Education. Yanigurra Muya: Ganggurrinyma Yaarri Guurulaw Yirringin.gurray Freeing the Spirit: Dreaming an Equal Future NSW Department of Education and Training, 2004. Darlinghurst. https://education.nsw.gov.au/content/dam/main-education/about-us/careers-at-education/media/documents/aer2003_04.pdf

PARBURY, N. Aboriginal Education: a History, in R. Craven (ed) Teaching Aboriginal Studies, Allen and Unwin, St Leonards. 1999.

PARTINGTON, G. In those days it was that rough; Aboriginal and Torres Strait Islander History and Education in Gary Partington (ed) Perspectives on Aboriginal and Torres Strait Islander education Katoomba: Social Science Press, 1998 pp 27–54. 1998.

SIMON, J. (ed.). Ngã Kura Mãori: the native school’s system, 1867­1969.

Auckland University Press. 1998.SMITH, G. Taha Māori: captura de Pākehā. Em J. Codd, R. Harker e R. Nash (Eds.), Questões política na educação da Nova Zelândia. Palmerston North, Nova Zelândia: Dunmore Press. 1990.

SMITH, G. Whakaoho whānau. He Pukenga Korero, 1 (1), 18-36. 1995.

SMITH, L. T. Decolonizing Methodologies: Research and Indigenous Peoples. London & New York: Zed Books. 2012.

WALKER, R. Reclaiming Māori education. Em J. Hutchings & J. Lee-MORGAN (Eds.), Decolonization in Aotearoa: Education, research and practice (pp. 19-38). Wellington: NZCER Press., 2016.

WITMER, L. F., The Indian Industrial School: Carlisle, Pennsylvania, 1879-1918, Carlisle, PA: Cumberland County Historical Society, 1993.

Publicado

2022-08-31

Cómo citar

VILARIM, Paulo Roberto; MARTINS, Décio Ruivo; RODRIGUES, Sérgio Paulo Jorge. Camiños de la Educación Escolar Indígena entre los países colonizados por Inglaterra y sus diferencias. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 7, n. 2, p. 114–135, 2022. DOI: 10.22481/odeere.v7i2.10860. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/10860. Acesso em: 19 may. 2026.