En el piso de la escuela: transgresiones didáctico-pedagógicas y superación del racismo estructural
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v7i2.11050Palabras clave:
Ambiente educativo, Educación antirracista, Formación inicial y continua, Prácticas pedagógicasResumen
Este trabajo discute acciones didáctico-pedagógicas transgresoras al proceso neocolonial en el ámbito educativo formal, con miras a la formación inicial y permanente y la pedagogía en el suelo escolar, inherentes a la superación de prejuicios, sutiles o no, al fenotipo negro. Inicialmente, un indicio de buenas prácticas didáctico-pedagógicas fue rastreado por una revisión literaria, al relacionar la formación inicial continuada y las prácticas transgresoras de autoidentificación étnico-racial en el suelo escolar, ancladas externamente por las luchas por una sociedad y una educación antirracistas. Fue importante sistematizar el proceso de silenciamiento del fenotipo negro, induciendo subjetividades negras que aún se encuentran esclavizadas, a veces simbólicamente, en los ambientes educativos. Además de las prácticas didáctico-pedagógicas transgresoras, a lo largo del tiempo se presentaron o tienen el potencial de atenuarse o superarse, según la literatura revisada sobre epistemicidio, según el muestreo considerado en los procesos iniciales de autoidentificación y las posibles identificaciones más sólidas en los largo plazo detectados en aquellas producciones científicas encuestadas. Las discusiones son precedidas por los fundamentos materiales y simbólicos del racismo estructural, seguidas de acciones inherentes a la educación inicial y permanente, y prácticas pedagógicas que transgreden el neocolonialismo y el racismo estructural. Es importante resaltar la importancia de difundir las prácticas pedagógicas liberadoras para un arreglo frente al neocolonialismo.
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