Peleja de Inácio contra o memoricídio dos saberes negros
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v8i1.12410Palabras clave:
Memoricio, Luchar, Humillación, NegroResumen
Este texto reflexiona sobre el memoricidio, consecuencia de la presunción racial blanca, como vestigio de operaciones para el genocidio de cuerpos y mentes negras de la Peleja de Inácio da Catingueira contra Romano. Bajo el juego discursivo de la humillación, ya existía una voluntad brutal de destruir cualquier rasgo, perspectiva, visión remanente de los saberes y culturas afrodescendientes, ya fueran materiales, simbólicos, reflexivos, imaginarios, expresivos, en el lenguaje, en el cuerpo. En el choque, Ignacio, negro, esclavizado, ya degradado bajo la égida del sistema esclavista, lucha contra el presuntuoso intento de aniquilamiento perpetrado por su oponente.
Descargas
Citas
ALCOFORADO, Doralice Fernandes Xavier. A escritura e a voz. Salvador: EGBA: Fundação das Artes, 1990.
BÁEZ, F. A história da destruição cultural da América Latina: da conquista à globalização. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2010.
BATISTA, F. d. C. Cantadores e poetas populares. João Pessoa, PB: Tipografia da Popular Editora, 1920.
BEIGUELMAN, Giselle. Memória da amnésia: políticas do esquecimento. São Paulo, SESC, 2019.
BENJAMIN, R. Oralidade Primária na memória da cantoria-de-viola: apologistas. Organon-Revista do Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, jul. 2007.
BERGSON, Henri. O riso: ensaio sobre a significação do cômico Trad. de Nathanael C. Caixeiro). Rio, Rocco, 1987.
CARVALHO, J. R. de. Cancioneiros do Norte. 2. ed. João Pessoa, PB: Livraria São Paulo, 1928.
COUTINHO, F. Violas e repentes, em prosa e verso. 2. ed. Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1972.
ESCOBAR, Nuncia Gabriele Guimarães. Memoricído, genocídio e resistência: A trajetória de M.I.A e o Y da encruzilhada. Santa Maria, UFSM, 2022.
FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: Edufba, 2008.
LEWIN, Linda. Who was “O Grande Romano”? genealogical purity the indian “past”, and whiteness in Brazil’s Northeast backlands, 1750-1900 (artigo de 1941). In: Journal of LAtin American Lore, n.19,1996,p. 129-179.
LESSA, Orígenes. Inácio da Catingueira e Luís Gama: dois poetas negros contra o racismo dos mestiços. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1982 (Literatura Popular em Verso, 3).
Luciany Aparecida Alves Santos. Inácio da Catingueira: a construção de um personagem negro na historiografia da literatura de cordel brasileira. In: Cadernos Imbondeiro. João Pessoa, v.1, n.1, 2010. P.1-8.
MBEMBE, Achille. Brutalismo. São Paulo: n.1 edições, 2021.
MBEMBE, Achille. Necropolítica. 3. ed. São Paulo: n-1 edições, 2018.
MISSIATO, Leandro Aparecido Fonseca. Memoricídio das populações negras no Brasil: atuação das políticas coloniais do esquecimento. IN: Revista Memória em Rede, Pelotas, v.13, n.24, Jan/Jul.2021, p.252-273.
MOTA, L. Cantadores. Poesia e linguagens do sertão cearense. Belo Horizonte, MG: Itatiaia, 2000.
MUNANGA, K. Negritude e identidade negra ou afrodescendente: um racismo ao avesso?. Revista da ABPN, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, 2012, p. 6-14.
NABUCO, J. Influência da escravidão sobre a nacionalidade. In: O abolicionismo. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2011.
NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectiva, 2016. 2a ed.
PINTO, Mayra; COELHO, Sandino. Peleja histórica de Inácio da Catingueira e Romano Caluête: uma análise dialógica do repente brasileiro. Linha D’Água (Online), São Paulo, v. 33, n. 3, , set.-dez. 2020, p. 247-265.
PIROLI, Diana. Notas sobre humilhação institucional: Rawls, MArgalit e Nussbaum. Florianópolis, UFSC, 2017.
TRAD, Leny A. Bomfim. Identidade, colonialidade e reconhecimento: intersecções que atravessam o corpo negro e as práticas de resistência no Brasil. In: TRAD, Leny A. Bomfim; SILVA, Hilton P; ARAÚJO, Edna Maria de; SILVA, Joilda; SOUSA, Alder M. De (org.). Saúde-doença-cuidado de pessoas negras: expressões do racismo e de resistência. Salvador: EDUFBA, 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 ODEERE

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Usted es libre de:
Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato; Adaptar — remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente. Esta licencia es aceptable para Obras Culturales Libres. La licenciante no puede revocar estas libertades en tanto usted siga los términos de la licencia.
Bajo los siguientes términos:
Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
No hay restricciones adicionales — No puede aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que restrinjan legalmente a otras a hacer cualquier uso permitido por la licencia.