El desafío del "otro" africano: formación de la identidad e invención de África (s) basada en la novela de Pepetela "La generación de la utopía"
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v0i1.1543Palabras clave:
Identidade, Angola, Pepetela, Mestiçagem, Nacionalismo, HistóriaResumen
En este artículo, hago hincapié en la construcción de África basada en la construcción del "otro" como un desafío para las ciencias sociales y humanas. A partir de una reflexión sobre el proceso de formación de África, se utilizaron muchos términos y nacionalismos para llegar a un denominador común sobre lo que define el continente africano, así como lo que desaparece en las diferencias de perspectiva, regiones y busca esta identidad. Por lo tanto, elijo como ejemplo mi estudio sobre el trabajo The Generation of Utopia como un proceso a partir del cual la dificultad para alcanzar una comprensión de la identidad puede revelar un desafío mayor: comprender cómo se construyeron las identidades múltiples, en parte como una herencia de Una visión nacionalista de la identidad y cómo los escritores africanos, a su manera, la representan en contextos específicos. Palabras clave: identidad; Angola Pepetela; mestizaje; nacionalismo, historiaDescargas
Citas
ANDERSON, B. Comunidades Imaginadas: reflexões sobre a origem e difusão do nacionalismo. Sã Paulo: Companhia das Letras, 2008.
APPIAH, Kwami Anthony. Na casa de meu pai: a África na filosofia da cultura. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
BOAHEN, Albert Adu. A África diante do desafio colonial. In BOAHEN, Albert Adu (editor). História Geral da África – v. VII – África sob dominação colonial.1880-1935. São Paulo, Cortez; Brasília, UNESCO, 2011.
BORGES, Antonádia et al. Pós-Antropologia: as críticas de Archie Mafeje ao conceito de alteridade e sua proposta de uma ontologia combativa. Revista Sociedade e Estado, Brasília, v. 30, n. 2, p. 347-369, Mai./Ago, 2015. https://doi.org/10.1590/s0102-699220150002000005
CONTE, D. Calados por Deus ou de como Angola foi arrasada pela história: os tons do silêncio no processo de construção da identidade angolana e sua representação na ficção de Pepetela. 252 f. Tese de Doutorado - Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2008. Suporte eletrônico.
DOMINGUES, Petrônio. Movimento da negritude: uma breve reconstrução histórica. Mediações – Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 10, n.1, p. 25-40, jan.-jun, 2005. https://doi.org/10.5433/2176-6665.2005v10n1p25
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.
HALL. S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
HOBSBAWN, Eric J. Etnia e Nacionalismo na Europa de Hoje. In: BAlAKRISHNAN, Gopal (org.). Um mapa da questão nacional. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000. pp. 271-282.
KANDJIMBO, Luis. O Endógeno e o Universal na Literatura Angolana. Comunicação apresentada no painel cultural do Seminário sobre a Realidade Política, Económica e Cultural de Angola, Paris 6-9 de Novembro, realizado pela Embaixada de Angola em França por ocasião da Festa Nacional, 2001. Disponível em: http://www.nexus.ao/kandjimbo/
SEMINARPAR.pdf. Acesso em 25 de julho de 2016.
KI-ZERBO Joseph et. al. Construção da Nação e evolução dos valores políticos. In MAZRUI, Ali A. e WONDJI, Christophe (editor). História Geral da África – v. VIII – África sob dominação colonial.1880-1935.São Paulo, Cortez; Brasília, UNESCO, 2011. pp. 565 – 602.
MARCON, F. Escritores angolanos, fronteiras perdidas e identidades contemporâneas. In: Tomo – Revista do Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais/Universidade Federal de Sergipe. No. 1 (1998). São Cristovão – SE, n.10, jan/jun, 2007. https://doi.org/10.21669/tomo.v0i11.449
MARCON, F. Diálogos transatlânticos: identidade e nação entre Brasil e Angola. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2005.
MARGARIDO, A. Estudos sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo Edições, 1980.
MATA, I. Ficção e História na Literatura Angolana: o caso de Pepetela. Lisboa: Edições Colibri, 1993.
MENDONÇA, Fátima. Hibridismo ou estratégias narrativas? Modelos de herói na ficção narrativa de Ngugi wa T’hiongo, Alex La Guma e João Paulo Borges Coelho. In SILVA, Teresa Cruz e; COELHO, João Paulo Borges. Como Fazer Ciências Sociais e Humanas em África: Questões Epistemológicas, Metodológicas, Teóricas e Políticas. Dakar, CODESRIA, 2012. Pp. 239 – 246. https://doi.org/10.11606/va.v0i16.50469
MIGNOLO, Walter. La opción de-colonial: desprendimiento y apertura. Un manifiesto y un caso. Tabula Rasa. Bogotá - Colombia, No.8: 243-281, Jan-Jun, 2008. https://doi.org/10.25058/20112742.331
MIGNOLO, Walter. A colonialidade de cabo a rabo: o hemisfério ocidental no horizonte conceitual da modernidade. IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. Setembro, 2005. pp.71-103.
MUDIMBE, V. Y. A invenção de África: gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Portugal: Edições Pedago, 2013.
PEPETELA. A Geração da Utopia. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
PÉLISSIER, René. História das Campanhas de Angola: Resistência e Revoltas, 1845-1941. 2 vols. Lisboa: Editorial Estampa, 1997. 2 vols.
SOARES, E. “Embora lidando com literatura, você está fazendo sociologia”. Civitas, Porto Alegre, n.1, jan-abr, 2014a. p.81-92.
SOARES, E. Estruturas de Sentimento e formação da literatura em Moçambique: a construção de uma hipótese. Boletin Onteiaken, n. 17, Maio, 2014b, p.59-68.
SOARES, E. Literatura e estrutura de sentimentos: fluxos entre Brasil e África. Revista Sociedade e Estado, n. 2, Vol. 26, Maio/Agosto, 2011, pp.95-112. https://doi.org/10.1590/s0102-69922011000200006
SECCO, C. T. (Org). A Magia das Letras Africanas: ensaios sobre as literaturas de Angola e Moçambique e outros diálogos. Rio de Janeiro: Quartet, 2008.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. O Local da Diferença: Ensaios sobre Memória, Arte, Literatura e Tradução. São Paulo: Editora 34, 2005.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 ODEERE

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Usted es libre de:
Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato; Adaptar — remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente. Esta licencia es aceptable para Obras Culturales Libres. La licenciante no puede revocar estas libertades en tanto usted siga los términos de la licencia.
Bajo los siguientes términos:
Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
No hay restricciones adicionales — No puede aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que restrinjan legalmente a otras a hacer cualquier uso permitido por la licencia.