Os desafios para pedagogias antirracistas numa perspectiva geo-biopolítica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v8i3.13894

Palabras clave:

Biopoder, Colonialidad del Poder, Escuela Pública, Geopolítica, Implementación de la Ley10.639

Resumen

Este trabajo pretende analizar la implementación del Art. 26-A (Ley 9.394/96), en las escuelas públicas brasileñas, buscando contribuir a los debates sobre los desafíos que impiden la presencia o ausencia de la cultura africana, Afrobrasileñas e indígenas, en los currículos escolares. Analizamos cómo los pensamientos se transforman en prácticas de gubernamentalidad, en que la geopolítica se asocia con el biopoder, catalizando estrategias de control social. En este tema usamos lo concepto de colonialidad de lo poder para discutir las identidades demandadas y articuladas y como lo racismo estructural transita en sus varias dimensiones. La metodología pasa pela análisis de los artículos acerca de lo tema tomando las publicaciones de lo año de 2023, cuando la legislación se complete 20 años. La lectura conduce al pensamientoracial de algunos intelectuales sobre la formación social brasileña, concluyendo que en el espacio escolar se mantiene una práctica pedagógica de homogeneidad social y cultural. En él, el mito de la democracia racial sigue vigente como perspectiva histórico-cultural después de la abolición de la esclavitud, engendrando una geopolítica duradera, que se hace a través de la negación de las identidades en la vida escolar cotidiana y la preservación del orden social.

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Citas

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Publicado

2023-12-21

Cómo citar

CARRIL, Lourdes de Fátima Bezerra. Os desafios para pedagogias antirracistas numa perspectiva geo-biopolítica. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 8, n. 3, p. 9–28, 2023. DOI: 10.22481/odeere.v8i3.13894. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16068. Acesso em: 10 jun. 2026.