Por uma ciência antirracista contra a lógica da colonialidade
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v9i1.14585Palabras clave:
Ciencia antirracista, Decolonialidad, Ley 10.639/2003, Resolución UFG Consuni 07/2015Resumen
El presente estudio tiene como tema central la educación científica antirracista. Problemátizamos la Ley 10.639/2003 y la Resolución Consuni UFG n.º 07/2015 para evidenciar que dichos documentos transmiten una idea colonizadora. La investigación se fundamenta en el pensamiento decolonial, destacando las nociones de colonialidad del saber y del poder. La metodología empleada es la revisión bibliográfica, con énfasis en los principales pensadores del Grupo Modernidad/Colonialidad (M/C), como Aníbal Quijano (2005) y Ramón Grosfoguel (2016). A partir de esta base teórica aplicada a los documentos legales, se concluye que la Ley 10.639/2003 y la Resolución Consuni UFG n.º 07/2015 poseen en su texto ideas de naturaleza colonizadora, pues no se percibe en el texto la voz de aquellos que fueron históricamente subyugados. Se concluye también la importancia de un enfoque decolonial consistente en la educación superior para que se reconozca y valore los saberes y conocimientos de los pueblos marginados no solo como objeto de estudio, sino como una vía para la construcción de una ciencia antirracista más consistente.
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