Simbolismos étnicos afirmados através do matriarcado de mulheres negras de terreiros

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v9i2.15184

Palabras clave:

Etnias, Legado africano, Matriarcado, Simbolismo étnico, Terreiro

Resumen

En este artículo, aunque nos centramos en la etnicidad como una forma de organización social de las mujeres negras, líderes terreiros, a quienes llamamos Matriarcas, nuestro propósito es pensar cómo la tradición se mantiene a través del simbolismo étnico. Entendemos los simbolismos étnicos, como conocimientos y prácticas materiales e inmateriales, enseñados/aprendidos a través de narrativas míticas que generan símbolos tradicionales y que a nosotros, como estudiosos de los legados africanos, nos interesa pensar en el conocimiento de las tradiciones afrobrasileñas, en particular, de mujeres que ejercen el Matriarcado en muchos terreiros. Estamos hablando de Matriarcado, asumiendo todos los riesgos posibles que trae consigo este debate. Tomamos el Matriarcado para hablar de mujeres, lo que nos apunta a narrativas negras referenciadas en sus conocimientos, mitos y símbolos transmitidos a través de canciones, danzas, oraciones. Por lo tanto, las Matriarcas, en el movimiento realizado desde la “puerta hacia adentro”, mantienen las tradiciones reflejadas en el conocimiento de simbolismos étnicos ancestrales respecto de lo femenino. Desde “la puerta de salida”, como liderazgo religioso, social y cultural, luchan contra la discriminación sexista y racial. En este sentido, hablar del conocimiento étnico de la Matriarca la coloca en el lugar de alguien que tiene el conocimiento más profundo de la magia y el encantamiento movilizados por el grupo étnico al que pertenece.

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Publicado

2024-08-31

Cómo citar

DE SANTANA, Marise; SALES OLIVEIRA, Viviane. Simbolismos étnicos afirmados através do matriarcado de mulheres negras de terreiros. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, [S. l.], v. 9, n. 2, p. 288–305, 2024. DOI: 10.22481/odeere.v9i2.15184. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16690. Acesso em: 14 ago. 2026.